Estas algumas das frases feitas de Jair Bolsonaro, que lidera sondagens para Presidente do Brasil. Felizmente vai haver uma segunda volta e nesse caso talvez o "energúmeno" seja batido.
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domingo, 30 de setembro de 2018
Ele não !!!!
Estas algumas das frases feitas de Jair Bolsonaro, que lidera sondagens para Presidente do Brasil. Felizmente vai haver uma segunda volta e nesse caso talvez o "energúmeno" seja batido.
sexta-feira, 21 de setembro de 2018
A complexidade da gestão
No eco de uma conversa daquelas que nem chegam a ser alguém disse, "não quero que gostem de mim". Curiosa a frase dita por alguém de quem a maioria das pessoas gosta. Estranho não é ? Quem tem de mexer com pessoas há muito aprendeu que ser "amado" não é o mesmo que ser respeitado. E quem tem de mexer com pessoas precisa de ser respeitado. Claro para isso tem de saber fazer-se respeitar. Para isso a chave é a explicita e correcta exemplaridade. Assim todos sabem com o que contam e vale a máxima "follow the leader". O relacional corre bem, até para os prevaricadores e laxistas que não estranharão. Amor e amizade necessitamos na nossa vida pessoal, até podemos ser amigos dos nossos colegas, sem problema, mas sempre no foro pessoal. Separar as águas, criar bom ambiente, procurar as sinergias, o espirito de grupo e de pertença, tudo isso reforça as pessoas. Obter isso sem jamais aceitar ser o "Chefe", o "Boss", e outras idioteiras é a "complexidade da gestão".
sábado, 8 de setembro de 2018
Magia do silêncio
Ontem concerto da Mahler Chamber Orchestra, dirigida pelo conceituado maestro Gustavo Dudamel, na Gulbenkien. Dudamel, de 37 anos, venezuelano, para além de um maestro de projeção mundial, foi também um dos inspiradores do El Sistema, programa de educação musical que há anos tráz para a música clássica muitos jovens de bairros pobres de Caracas, com extenção em Portugal na Orquestra Geração, constituida por jovens de todas as classes sociais ( aliás na passada quarta feira Dudamel aproveitou a vinda a Portugal para um grande ensaio com essa orquestra).
Mas voltando ao Concerto de ontem, tocava-se a 3ª Sinfonia de Shubert, e a 4ª Sinfonia de Mahler, obras de um reportório romântico. Fazendo o foco na 4ª Sinfonia de Mahler, obra escrita entre 1899 e 1900, a obra musical tem quatro andamentos, sendo o último cantado, neste caso pela cantora lirica Golda Schultz. A obra tem cerca de uma hora, e a música alterna momentos de grande dramatismo e intensidade com longos períodos calmos e mágicos. Mahler não é um autor fácil de seguir e exige muita concentração e introspeção. No último andamento interveio a cantora lírica que referi. Para o final a música vai-se estendendo como a água do mar rebentando suave numa praia, intercalada com golpes orquestrais, mas a suavidade vai ganhando espaço até que a música se extingue. Aí o maestro, a cantora e os músicos ficam estáticos como estátuas, na mesma posição durante mais de três minutos. O público nem mexe. Silêncio total, profundo e intenso. A tensão está na batuta de Dudamel, e todos a respeitam. Até que o maestro deixa cair a batuta, e todos respiram finalmente. O público irrompe num imenso aplauso que durará cerca de quinze minutos, em que o maestro e a diva regressam várias vezes ao palco. Mas ninguém lhes arrancou nem uma nota mais. O trabalho estava feito. Mágico.
Mas voltando ao Concerto de ontem, tocava-se a 3ª Sinfonia de Shubert, e a 4ª Sinfonia de Mahler, obras de um reportório romântico. Fazendo o foco na 4ª Sinfonia de Mahler, obra escrita entre 1899 e 1900, a obra musical tem quatro andamentos, sendo o último cantado, neste caso pela cantora lirica Golda Schultz. A obra tem cerca de uma hora, e a música alterna momentos de grande dramatismo e intensidade com longos períodos calmos e mágicos. Mahler não é um autor fácil de seguir e exige muita concentração e introspeção. No último andamento interveio a cantora lírica que referi. Para o final a música vai-se estendendo como a água do mar rebentando suave numa praia, intercalada com golpes orquestrais, mas a suavidade vai ganhando espaço até que a música se extingue. Aí o maestro, a cantora e os músicos ficam estáticos como estátuas, na mesma posição durante mais de três minutos. O público nem mexe. Silêncio total, profundo e intenso. A tensão está na batuta de Dudamel, e todos a respeitam. Até que o maestro deixa cair a batuta, e todos respiram finalmente. O público irrompe num imenso aplauso que durará cerca de quinze minutos, em que o maestro e a diva regressam várias vezes ao palco. Mas ninguém lhes arrancou nem uma nota mais. O trabalho estava feito. Mágico.
domingo, 12 de agosto de 2018
Domingo de Alarcón
Quem me conhece bem, e muito poucos incluo neste grupo restrito, sabe que gosto muito de ciclismo, eu próprio dei umas pedaladas em BTT, quando nos anos noventa esta modalidade chegou a Portugal, e havia na Renault onde trabalhava, um grande grupo de amigos que todos os domingos se juntava para fazer uns passeios na Arrábida, nos trilhos até Sesimbra e regressava, cheios de fome, poeira mas de alma limpa. Ali não se distinguia chefes, subordinados, engenheiros ou operários, era tudo gente das duas rodas. Lembro com saudade o colega Cara Nova, nosso mentor, de quem eu era chefe lá na fábrica, mas ali tinha-lhe respeitinho, pois era ele quem decidia o melhor para o grupo. Penso que terá falecido já. Eu próprio acabei por ter um enfarte montado em bicicleta, mas isso são contas de outro rosário. Sempre apreciei este desporto feito de superação, sofrimento e alegria. Vem tudo isto acerca da Volta a Portugal, que assisto sempre na televisão, e a admiração que tenho por aquela gente que se dedica por tostões, pois ali todos são profissionais, e atiram-se à estrada e às montanhas num esforço diário, num desgaste permanente, dando um exemplo de luta, superação e humildade. Este ano, como no ano passado, Raul Alarcón domina. E não se esconde atrás dos companheiros para estes o levarem ao colo. Tem tido uma posição relevante ganha à custa de trabalho e dedicação. Sendo espanhol, corre por uma equipa portuguesa, o FCP. E dá um exemplo às primadonas do futebol, cheias de mimo, embirrentas logo na primeira contrariedade, exigindo sempre muito dinheiro e um par de botas. Hoje termina, o desfecho é incerto, mas Alarcón já ganhou pela sua força, persistência e capacidade de trabalho. Ainda bem que há desportos que se vencem no terreno e não na secretaria, ou melhor na "tesouraria".
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Pressa
Costuma dizer a "vox populi" que a pressa é má conselheira. E é verdade. Da pressa apenas pode resultar precipitação, má qualidade, equívoco, depreciação. Antes a ausência que a pressa, quando estamos a falar da relação entre pessoas. Quando tratamos alguém de forma apressada estamos a desvalorizar essa pessoa, a dar a entender, mesmo que involuntáriamente, que temos outro compromisso mais importante e portanto temos da despachar !!! Aí mais vale a ausência, se não posso dar um tempo de qualidade então pura e simplesmente não dou tempo nenhum e nem presisa explicar. A menos que essa pessoa nos mereça essa explicação, o que pode nem ser o caso. Aliás nem sequer há caso, estou aqui apenas a filosofar em abstrato sobre um assunto em tese, e nada de concreto justifica este post, pois jamais alguém me terá tratado dessa forma tão deselegante. A deselegância nesse caso chamaria deselegância, o que de todo não faz o meu estilo, que é ameno e confiante. A mim também se aplicaria preferir a ausência à pressa, e passaria a ausente. Pois claro !
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Memória
Vinte e seis anos passados, algumas outras pessoas passaram, algumas alegrias passaram, muitas tristezas passaram, algumas novidades chegaram, a Francisca a melhor de todas, pessoas vieram pessoas foram, todas deixaram marca, para o bem, para o mal, nenhuma comparável, pois a inocência inicial não se repete, a marca dos filhos não se repete, a marca dos tempos não se remove, arranca, retira, destrói. Permanece sempre. Não tendo para o saudosismo nem para a valorização dos factos passados. Mas quando se passa por eles, mudamos para sempre. Entretanto quase morri, entretanto quase ressuscitei, pois não se pode chamar vida em absoluto aquilo que hoje me é proporcionado por Deus. Mas é o que Deus quis, e poderia ter querido outras coisas a que me poupou. Assim, vinte e seis anos passados, muita outra gente de que gostávamos também desapareceu, a vida segue o seu rumo, e aceitar como aceitei não significa esquecer.
domingo, 1 de julho de 2018
Um dificil regresso
Tem sido dificil mas desta será de vez. Penso eu. Tudo tem contribuido para me afastar do blog, e repor a reflexão diária que fazia, que procurava fazer. A minhas recentes ocupações tudo me retiraram e pouco me trouxeram.
Tirando ter ganho a amizade de algumas pessoas que conheci melhor e a estima silenciosa de outras, perdi tempo, saúde, sanidade, massa muscular, visão, serenidade, tranquilidade, muita gasolina, vi a verdade da natureza humana de certas pessoas que tinha por boas, os limites da irresponsabilidade, o resultado da arrogância no poder, e como certas pessoas se comportam em função da conversa de café. Percebo que estou a mais neste filme, e que o voluntarismo em si a nada conduz.
Compreendi também o que é a falta de reconhecimento que me tinha sido alertado.
Depois de tanto trabalho os mesmos problemas de sempre, embora tenha agora uma situação mais respirável, afinal foi dado ás pessoas um ano de "normalidade". E o que as pessoas mais desejam é que tudo seja normal, terem à sua frente pessoas normais, serem tratadas com normalidade, e a normalidade é o mais excecional contributo que damos para a felicidade dos outros. Normalidade que lhes foi roubada por gente que se tinha por iluminada e superior.
Vou sair deste filme, mas ainda faltam os últimos e mais dificeis episódios. É que muita gente faria melhor de outro modo, mas quando têm essa possibilidade afastam-se.
Vou procurar recuperar a saude perdida, os quadros que não fiz, os posts que não colei, as frases que não escrevi, se me deixarem.
Foi um intervalo na vida, que espero tenha valido a pena. Para salvaguardar o que há um ano atrás era dado como perdido. Ainda assim a salvação não é certa e depende de muitas boas vontades e choca de frente com muitas impossibilidades. Procurei fazer o meu papel mantendo a esperança e a serenidade. Para isso contribuiu eu ser aqui um extra terrestre, um desconhecido que ninguém leva a sério, um homem sem qualidades, alguém que não conta, nem tem nada para ganhar, uma peça que encaixa no lugar que ninguém quer, mas que na sua ausência o edificio ruirá.
Sigo o meu caminho de sempre, e escondo-me onde não me vejam nem se lembrem de mim.
Tirando ter ganho a amizade de algumas pessoas que conheci melhor e a estima silenciosa de outras, perdi tempo, saúde, sanidade, massa muscular, visão, serenidade, tranquilidade, muita gasolina, vi a verdade da natureza humana de certas pessoas que tinha por boas, os limites da irresponsabilidade, o resultado da arrogância no poder, e como certas pessoas se comportam em função da conversa de café. Percebo que estou a mais neste filme, e que o voluntarismo em si a nada conduz.
Compreendi também o que é a falta de reconhecimento que me tinha sido alertado.
Depois de tanto trabalho os mesmos problemas de sempre, embora tenha agora uma situação mais respirável, afinal foi dado ás pessoas um ano de "normalidade". E o que as pessoas mais desejam é que tudo seja normal, terem à sua frente pessoas normais, serem tratadas com normalidade, e a normalidade é o mais excecional contributo que damos para a felicidade dos outros. Normalidade que lhes foi roubada por gente que se tinha por iluminada e superior.
Vou sair deste filme, mas ainda faltam os últimos e mais dificeis episódios. É que muita gente faria melhor de outro modo, mas quando têm essa possibilidade afastam-se.
Vou procurar recuperar a saude perdida, os quadros que não fiz, os posts que não colei, as frases que não escrevi, se me deixarem.
Foi um intervalo na vida, que espero tenha valido a pena. Para salvaguardar o que há um ano atrás era dado como perdido. Ainda assim a salvação não é certa e depende de muitas boas vontades e choca de frente com muitas impossibilidades. Procurei fazer o meu papel mantendo a esperança e a serenidade. Para isso contribuiu eu ser aqui um extra terrestre, um desconhecido que ninguém leva a sério, um homem sem qualidades, alguém que não conta, nem tem nada para ganhar, uma peça que encaixa no lugar que ninguém quer, mas que na sua ausência o edificio ruirá.
Sigo o meu caminho de sempre, e escondo-me onde não me vejam nem se lembrem de mim.
terça-feira, 22 de agosto de 2017
Estranho amanhecer
Digno de um filme de Hitchcock a preto e branco, amanheceu com nevoeiro misterioso e o sol não rompe ainda. Só falta de algum lado aparecer um bando de gaivotas endiabradas atirarem-se sobre as pessoas, e arrancarem os seus pertences, cravarem as unhas na carcaça, ou atirarem com a mine para o chão. Estou apenas a sonhar com um filme, como num filme. A realidade é que depois do nevoeiro virá o calor de brasa que ainda prevalece. Não julgues um dia pelo seu amanhecer. Ainda tem muita pedra pela frente.
terça-feira, 8 de agosto de 2017
Acreditar
Fecham-se portas outras se abrem. É o ciclo da vida. Depois das deceções podem vir possibilidades novas que nasceram delas, podem-se abrir portas que estiveram fechadas, e como por milagre deixam passar solução. Nem sempre isto é ingénuo, mas aqui o que interessa é o resultado. Acreditar pode dar um resultado, desacreditar só dá desgraça.
sábado, 29 de julho de 2017
Mercadinho
Após algumas falhas hoje voltei ao mercadinho em Ourique. A novidade foi que hoje foi ao ar livre, no jardim em frente ao parque infantil. Fiquei a saber que se chama Praça de Garvão. o que me levou a Garvão inutilmente. O ambiente era o do costume, um pouco mais de gente, pessoas a vender o que fazem, a organização inexcedível em simpatia, competência e boa vontade. Gosto de estar por ali a pintar e a ver o que se passa. Podia ser um pouco mais concorrido, mas para mim, cujo objetivo não é vender, isso conta pouco. O meu interesse é dar a conhecer o que faço, ver a reação das pessoas, pintar ao vivo, coisa que devia fazer mais, e mostrar que alguém que não é da terra, a valoriza. Algumas das "alunas" fizeram grande festa quando me viram por ali a mostrar trabalhos. Correu bem a manhã. Fica aqui uma foto.
domingo, 23 de julho de 2017
Sobre os telhados
Uma vista sobre os telhados de uma vila cá do concelho para mostrar que Alentejo não é só campo, planície, borrego, porco e outras "paisagens", também o património construído tem que se diga e apresenta pontos dignos de inspiração. Aqui vemos o pormenor da chaminé e ao fundo a Igreja Matriz. Claro que algumas construções não integram bem o conjunto mas também não podemos ser fundamentalistas, temos de viver no conforto. Felizmente já não há antenas de televisão e poucos cabos elétricos. A luz essa está lá toda como é normal aqui para o sul, e faz as delícias de qualquer um interessado na pintura, pois ela realça tudo e faz contraste com uma sombra tão intensa como a luz. Um desafio.
quinta-feira, 20 de julho de 2017
Viver ao lado
Viver é bom. Viver com, será menos bom. Viver sem, é pior ! Viver para, é redutor. Viver de, é dependência, Viver se, é inaceitável ! Viver quando, é transitório. Viver mas, é duvidoso. Viver para além, é demasiado. Viver apenas é como viver se. mas mais inaceitável. Afinal se viver é bom como é que se deve viver? Talvez viver ao lado !
sexta-feira, 14 de julho de 2017
Tem asas e voa mas não é avião
São andorinhas. Tal como nos anos anteriores a partir de agora e durante algumas semanas sou presenteado logo ao nascer do sol por este desfile de andorinhas que se concentram em frente do meu terraço para "combinar as coisas". E tudo fica tão bem combinado que quando partem o fazem de uma só vez todas em conjunto. Disseram-me que cada andorinha apenas segue as duas os três que lhe estão mais próximo, e assim todas acabam por sair quase ao mesmo tempo. Mas como decidem quem começa ? E o destino ? Estes animais decidem mais depressa que o ser humano, e pelos vistos decidem bem, pois todos os anos regressam e cada vez são mais.
quinta-feira, 13 de julho de 2017
Relíquias
Hoje de manhã deambulei aqui pelo BA e acabei por visitar a vila de Relíquias, numa transição da paisagem alentejana, da planície para zona com mais relevo, que se estende depois para o mar. Fundada no século XVI, deve talvez o seu nome a mais uma Nossa Senhora das Relíquias, das centenas de Nossas Senhoras que o país venera. A visita visava mostrar umas telas num restaurante que me prometera expor para venda, o que de facto aconteceu, com a ajuda da Nossa Senhora claro ! Aproveitei para ver o "vilarejo", ruas sinuosas e estreitas, sempre a subir (até que se desce), muita luz, casa pequenas e térreas, listas azuis, a cor oficial... Deparei-me então com estas casa de dois pisos, raro por ali, a irradiar luz por todos os tijolos. Linda, luminosa, bem conservada. Vale a pena visitar estes locais, onde repousam memórias, onde encontramos raízes, que nos definem um pouco melhor como povo e como pessoas. E a pouco mais de 30 km da minha casa.
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Sabedoria
Numa crónica já antiga PMP recupera a seguinte frase "As coisas feias são tão próprias do mundo como as coisas bonitas. Conhecer o mal é já uma defesa. Onde não há inocência, pode haver pecado; mas onde não há sabedoria há sempre desgraça." A frase pertence a algum guru indiano ? Não. A um padre esotérico brasileiro ? Não. É portuguesinha da silva, e surge no romance "A Sibila" da enorme Agustina Bessa Luís, mestre da língua portuguesa, agora já tão esquecida por penosa doença e pela ingratidão dos editores. Quando pensamos nas recentes desgraças que ocorreram no país, percebemos bem o papel da sabedoria ausente, presente em muitos dos passos que conduziram à desgraça que matou 64 pessoas em Pedrogão. Mas se aplicarmos à nossa vida vemos que o deficit de sabedoria é aquele que mais devemos colmatar, e seja por arrogância, auto convencimento, preguiça ou cegueira, resistimos por recear ser sinal de fraqueza reconhecer que não se sabe. Aplica-se a tudo, meus caros, pensem nos jovens políticos !
sexta-feira, 12 de maio de 2017
Feira de Garvão
Também por lá tenho algumas coisas expostas este fim de semana, sempre para o mesmo fim. Qualquer dia o meu nome poderá ser "carlinhos da feiras", fazendo jus a um conhecido político entretanto retirado. Mas isso não interessa, pois sinto bem os meus trabalhos nestes ambientes um pouco mais populares. Neste caso no meio de alguns pequenos presentes entretanto feitos por mãos de idosos utentes do Centro de Dia. Quem quiser ver pode passar por lá.
sexta-feira, 24 de março de 2017
Na Feira do Porco Alentejano
Na Feira do Porco Alentejano, no meio de vários produtos genuínos do Alentejo estou com as minhas coisas a pintar na "casinha" da Associação Futuro, durante parte do fim de semana, procurando promover a Associação e eventualmente vender alguma coisa a favor da mesma. O ambiente é algo agitado mas consigo abstrair tudo e dedicar-me ao que quero fazer. Fui interrompido por muitos, muita foto e coisas assim, certo que isto não estava bem planeado, mas seja pelo melhor. Faço o que gosto com a melhor concentração, e estes também são produtos genuínos do Alentejo, pois todas as telas que faço são de temática local, a parte de fotos que eu mesmo obtenho, Nada de internet ou fotos retiradas dos sites, Paciência, mas é assim que quero fazer, apesar das limitações fotográficas. As janelas que se vêm na foto também são telas que pintei com 80x100.
quinta-feira, 23 de março de 2017
Estrada
Esta estrada leva até à Feira do Porco Alentejano, o evento que se realiza cá pela terra neste fim de semana. Desta vez vou estar por lá na "casinha" da Associação Futuro, enfim tem de ser, e o que tem de ser tem muita força. É sabido o meu desapego a estes acontecimentos festivos, e para ser franco as festividades do porco não me entusiasmam, mas até percebo que se faça, já me parece mais discutível a presença da TVI e do Somos Portugal, com os Eirós deste mundo aos pinotes e a musica pimba no máximo. Não havia necessidade de dar para esse peditório. Deus perdoa-lhes este dinheirinho mal gasto !!! Então estarei por lá "mañana por la mañana". E nas outras "mañanas".
segunda-feira, 20 de março de 2017
Galo
Um trabalho simples e colorido dos primeiros mais complicados da sua autora, no grupo em Garvão. Podia ser melhorado, podia ! Mas também há que determinar quando acabar, em função do que a autora já fez anteriomente, e sem dúvida que este é um trabalho muito para além do que fez, mostrando uma grande evolução. Com dedicação, paciência e algum talento lá vamos chegando, sem pressas nem objectivos de resultados. Aliás o resultado é o que menos interessa, o processo é tudo, o resultado aparecerá, menos para os que julgo tudo saber já. Não é o caso da autora do galo na capoeira.
domingo, 19 de março de 2017
Direitos de pai
Sim hoje é dia do Pai, pelo menos em Portugal, pois já percebi que noutros paises é noutro dia do ano, pois é melhor por razões comerciais ou outras. Fala-se muito dos deveres do pai, e desses muitos são esquecidos, mas não vamos agora por aí. Prefiro neste dia recordar que pai também tem direitos, no que à sua prole se refere, desde logo o de ver e conviver com os filhos, de ser por estes considerado, se isso merecer, de não ser separado pela chamada "alienação parental", que em geral deriva da "superioridade moral da mulher" para se ocupar da educação dos filhos, e do "bullying" em que muitas separações se transformam. Nada disso se aplica no meu caso. Mas um direito mais prosaico é de receber uma atenção no dia do Pai, uma visita, uma prenda, um afecto, uma chamada telefónica, tão simples ! Foi o caso, recebi visita, e duas prendas, uma foto da neta em moldura, "the most beatiful photo", e um "bonsai", isso mesmo uma mini árvore linda com seis anos, "from China", Gostei. Desta vez os direitos do pai foram respeitados. Não havia como não fossem !!!
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