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segunda-feira, 14 de agosto de 2017
Morning has broken like the first morning
Sim rompeu hoje aqui pela planície, felizmente livre de fogos. Promete uma semana quente e cheias de praia e areia para uns, e pedras e maus caminhos para outros, É sempre assim. Desigual. Aqui pelo interior contamos mais com as segundas, do que com as primeiras. Tudo corre para uma semana de luta. Veremos se Deus apoia os audazes, os que se comprometem, ou antes os outros. As palavras deste título são de uma musica que muito gosto, de que lembro muitas vezes quando a tristeza invade e ainda por cima de um cantor que decidiu mudar tudo na vida, em pleno sucesso, o nome, a religião, o modo de vida, o aspecto exterior, para abraçar algo novo, para ele. Cat Stevens, quase 70 anos, não dirá muito a muitos, para mim continua ser o Cat Stevens de "Bad Night", "Mathew and son" ou "Father and son". Já que falamos de manhã que rompe fica aqui este belo romper de hoje. No Alentejo profundo. Em Ourique BA.
sexta-feira, 31 de março de 2017
Longe
O Alentejo profundo tem destas imagens, Obtida junto à estrada que liga Castro a Beja, a percebe-se aqui a noção de longe e de profundo, e porque se diz que "é pertinho, são só vinte quilómetros". Pois aqui o longe fica muito perto. porque entre nós e o longe fica uma planura sem fim. Aqui não há longe nem perto, tudo é perto sem ser longe. Não se trata de uma questão de linguística mas uma questão particular de geografia ! Desta forma se está por cá e mesmo os que não são de cá estão sempre pertinho ! Voilá !
quarta-feira, 22 de março de 2017
Um começo ou o fim ?
Esta a dúvida perante as coisas inacabadas. Já foi outra coisa agora recomeço. Está feito ou por fazer, se não soubermos para onde ir, nunca saberemos como ir. A mim parece apenas o inicio de algo, mas por momentos pensei que poderia deixar tudo assim e partir para outra. Afinal o Alentejo é mesmo assim uma grande distância onde o começo parece o fim e ambos são de uma beleza que corta. Muitas vezes olhamos sem ver. Neste caso estou convencido que é apenas um começo !
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Inverno mas pouco
Hoje de tarde o calor por aqui era intenso, eu sei quando chegam as cinco horas começa a cair a humidade e tudo muda. Mas os campos já apresentam este ar que promete primavera. Chuva não vem mas faz falta, os campos estão verdes e as flores crescem por todo o lado. Parece uma paisagem que merece ser pintada, inspiradora sem dúvida, ameniza o stress, recupera e tranquiliza, pois é, e vê-la é grátis. Uma benesse de Deus.
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Manhã
Ainda estamos no Outono, mas os campos apresentam já um colorido típico de Inverno. Hoje de manhã aproveitei o sol e fui para os campos de Castro, cheguei a um local de nome Ameixeira. Uma seta apontava afinal para coisa nenhuma, alguma coisa, mas em ruínas. Um caminho apontava para um monte abandonado, uma chaminé que não vê fumo nem fogo decerto há alguns anos, mas uma cor amarela está por todo lado, são pequenas flores que formam um imenso tapete que apetece fotografar. É o Alentejo profundo, aquele que me inspira, assim tivesse talento para o passar à tela. Bem tento ! Fica uma foto dessa incursão pelos campos largos e verdes, ou não estivessemos em Castro Verde. Um passeio pelo silêncio, mas um silêncio que fala.
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Estranha paisagem
Uma paisagem onde estão muitas nuvens, a planicie, um monte a perder-se no horizonte e até a lua, não deixa de ser estranha, e julgo que as cores não combinam bem, As nuvens são dificeis de fazer e nem sempre traduzem aquilo que queremos. Afinal a mão é livre a cabeça pensa mas ela não obedece. Pretendia uma paisagem quase de Inverno mas saiu uma dia estranho e sem alma como são muitos dos dias cinzentos-
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Paisagem
Parecida com uma que aqui mostrei em papel, aqui apresento em tela, acrílico, 30x40, em técnica mista, ou seja, á pintura acresce a colagem para formar uma base mais irregular. A inspiração vem de mais um dia invernoso no Baixo Alentejo, com a visão da planície nos seus tons de Inverno, e a visão de dois pequenos montinhos, que quase não se distinguem na paisagem, mas estão lá. As nuvens também não prometem nada de bom.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Planicie
Mais um pequenito óleo da planície alentejana. A imagem é vulgar, e vê-se aqui por todo o lado, sem a vista lhe ver o fim. Hoje dia de sol de outono a humidade começa já a estimular o verde e puxar pelas sementes que já nasceram. Assim os campos mudam da tonalidade castanha do verão para este verde intenso. O amarelo por enquanto não está lá, pois ainda não nasceram flores. É um tom mais primaveril. Há muitos motivos de inspiração em todas as estações do ano. A diferença mesmo é que se trata de um dos raros quadros a óleo que fiz. Confesso que esta técnica ainda me deixa pouco à vontade.
domingo, 16 de novembro de 2014
Inverno
Com o aproximar do Inverno a humidade toma conta dos campos e o verde domina. Começam também as primeiras flores silvestres, e agora já estão um pouco por todo o lado, como estes minusculos malmequeres apanhados em flagrante hoje de manhã nos campos de Castro Verde. É a natureza a renovar o seu ciclo independente da vontade dos homens pois estes dela fazem parte. Não é bonito nem feio, lindo ou horrível, é o que é !
sexta-feira, 21 de março de 2014
Estevas
Não serão as primeiras mas eis que chega o tempo delas. Pela beira das estradas, começamos a ver estas flores frágeis que rápidamente perdem as suas pétalas, e um cheiro intenso a seiva. Em breve estarão por todo o lado e como flocos de algodão apresentam um campo salpicado de branco. Vantagem nossa que podemos ver, cheirar e encher os pulmões. Cuidado com as alergias...
quinta-feira, 20 de março de 2014
Primavera
Começou agorinha mesmo, mas a natureza já dá sinais, como se vê nesta foto tirada há pouco mais de uma hora quando pensei ser boa ideia ir ver a chegada da esperada estação, e onde se pode ver melhor que nos campos alentejanos ? Nem é preciso sair da estrada... Agora começam as flores por todo o lado, e os campos começam a agradecer a água que caiu.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Chuva
Foto de Aivados hoje de manhã. Procurava andar um pouco, tirar a moleza das pernas, mas só foi possivel andar na minha "capoeira", refiro de forma carinhosa o Clio Societé que agora tomou o lugar das minhas pernas, um pouco pesadas e preguiçosas. Assim sim, deu para sentir o cheiro húmido da erva, a terra molhada, o orvalho, granizo aqui não, só na Avenida de Roma, e outros lugares comuns que se dizem de um passeio no campo e que convém referir para sermos uns "ambientalistas" encartados. De resto o céu cinzento e o verde a perder de vista da planicie com a pequena aldeia a espreitar no horizonte. Dizem que não há sábado sem sol, domingo sem missa, segunda sem preguiça. Começa já mal pois hoje sol nem visto.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Septeto
Conjunto de sete elementos, jazz, samba ou de cordas, ou em espaço verde onde encontrei um septeto especial composto por sete sobreiros que entre si fazem um pequeno bosque. São os septetos que por cá temos e cantam aqueles sons polifónicos que conhecemos. Por enquanto o acordo ortográfico manteve o "p" e manterá porque como se vê, lê-se. Para quem não vê beleza nenhuma nesta árvore direi que quando tento desenhá-la fico sempre com dúvidas, tal a variedade com que se apresenta, o carácter aleatório da sua distribuição pelo terreno e a sua total indiferença pela vida social, pois muitas das vezes prefere estar isolado num descampado a perguntar como aqui cheguei. É uma árvore fabulosa e com um único inimigo potencial, o próprio homem (partilha-o com muitas outras espécies).
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Pontes
Não há muitas pontes por aqui, dado estarmos numa região plana. Existe esta, na linha férrea da Funcheira para Beja, onde agora passam, para além de coelhos, perdizes, lacraus , lagartixas, cobras e lagartos, uns comboios de mercadorias que transportam minério, e nada mais. Fica muito próxima da estação de Panóias, desactivada há muito e reduzida a ruinas. Para quê as pontes se não há quem passe nelas ? Falo de pontes físicas, porque das outras, as pontes que aproximam as pessoas, as ideias e os programas, dessas estamos conversados. (Foto de hoje de manhã quando fui por um caminho de terra em busca da foto)
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Atelier de pintura
Este o nome pomposo de umas sessões que estou a fazer nas segundas de manhã num ATL para ocupar uns meses de verão de umas crianças em Garvão, aqui perto. É um grupo azougado de cerca de 15 miúdos dos 6 aos 14. Temos procurado pintar vários suportes e várias técnicas. Quando pedi para representar o campo do Alentejo sairam estes belos desenhos, que cada um coloriu à sua maneira e com o seu gosto. Afinal vêm o que todos vêm e os alentejanitos são bem mais agitados que a fama que costumam ter. Fizeram um trabalho muito interessante com muito esforço e concentração.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Fresco
A temperatura já começou a baixar por cá e hoje um dia de Verão mais próximo da média. Os campos apresentam-se, agora sim, dourados, no verdadeiro estilo que inspirou Van Gogh. Saí em plena tarde e alí para os lados de Panóias, 4 da tarde a temperatura era mansa, e os campos estendiam-se como uma longa e loira planície. Banalidades podesmos dizer, sim são, mas nada como render-se à simplicidade das evidências.
domingo, 7 de julho de 2013
Mesa posta
Hoje 9 da manhã ali para os lados das terras da Conceição, já a temperatura se aproximava dos 30 graus, para uma máxima de 40 ao longo do dia. Como se vê a mesa já está posta mas os "pratos" encontram-se vazios e os comensais devem estar por alguma sombra pois entre comer ao sol e descansar à sombra, que venha a fome. Fui por ali tirar umas dúvidas para umas telas pendentes, mas a bicharada está bem escondida, enquanto outros "animais" mais racionais se preparam de armas e bagagens para passarem dia completo na praia na torreira do sol, a "apanhar um escaldão". Razões que a razão desconhece.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Espaço
Onde temos a verdadeira noção do espaço senão num imenso campo no Baixo Alentejo. Hoje de manhã, regressava a Ourique e de repente tem-se aquela sensação de uma extenção que nos transporta a um outro local, onde nada tem limite e tudo se pode adivinhar paral lá do que é visível, e do que se percebe. Um espaço sem opressão, um espaço de liberdade quando se sente cada vez mais as barreiras e as limitações. A foto situa-se junto do IC1 depois do cruzamento Conceição/Panóias.
sábado, 15 de junho de 2013
Aproxima-se o verão
Os trinta graus dos últimos dias dizem que o verão aproxima-se. As forragens foram recolhidas para suportar o inverno nos campos e foram empilhados nos rolos que conhecemos e que agora caracterizam os campos do Alentejo, e não só. Em termos estéticos gosto mais do inverno e sobretudo da primavera. O verão para mim é menos bonito, mais monótono em termos de cores e não sinto por ele uma grande atração. O castanha toma conta de tudo, quando a seca é grande vem o cinzento. Amarelo, jamais, embora o possamos utilizar, mas apenas na nossa imaginação. Foto de hoje de manhã em campos de Ourique.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
As cegonhas não sabem voar iô...
Hoje de tarde sessão fotográfica e os ninhos todos têm crias de cegonha já nascidas este ano, terão dois meses, nem mais. Estão nos ninhos, cresceram rápido e aguardam serenamente que os progenitores regressem. Não arriscam um voo, pois ainda não sabem voar, embora disponham já de tudo o que é preciso, falta fazer a sessão de formação, para obterem o "brevet" que os pais lhes vão outorgar. Dali não arredam esquando me aproximo, algumas baixam-se e desaparecem dentro do ninho de modo que parece vazio. Estas não resistiram à câmara e mostram aa suas formas aerodinâmicas que amanhã ou depois vão permitir levantar voo, e dentro de pouco mais de um mês irão fazer muitos quilómetros em pleno voo, jamais relembrarão este momento em que os pés não se levantavam do chão apenas por falta de uma acção de formação. Para mim, ex formador, é a prova da importância da formação bem feita, sem apoios da Europa, sem o POPH, sem as aldrabices das pseudo formações, formar apenas para adquirir "novas competências".
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