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domingo, 26 de maio de 2013

Prole

Já tomam conta da casa, enquanto os pais procuram alimento. Felizmente não dependem de nenhum ministério, Estado ou instituição, se assim fosse já teriam sido objecto de "poupanças" (leia-se cortes...), e a sua sobrevivência posta em causa, e teriam abandonado o país, como todos os outros animais de dois pés têm feito. Não consegui apanhar os "rebentos" fora do "controlo parental", pois não quiseram posar para a foto. Este conjunto obtive na estrada Garvão Ourique de manhãzinha. Uma azáfama.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Verão

Ainda não chegou o Verão mas esta imagem, obtida há pouco num viaduto sobre a A2, em Aivados, é muito típica da estação mais quente. As forragens semeadas são cortadas e enfardadas em rolo para dar de comer aos animais, quando não há pasto para a bicharada. É isto uma das imagens de verão no Alentejo, já disponível em qualquer campo para ser desfrutada.

sábado, 4 de maio de 2013

Pedra



 Xisto ou outra pedra, a pedra sólida onde os nossos pés encontram assento, e a nossa cabeça encontra a energia necessária para enfrentar a crise de valores, a crise de vontades, a crise de sensibilidade, a crise de crenças, a crise de ideias, até a ideia da crise está em crise, pois agora a crise "está-se nas tintas", velhos, crianças, para quem as crises no passado sempre procuraram abrir exceção, são agora despoduradamente ignorados, condenados a uma sobrevivência que não podem assegurar. Mas que interessa, é o mercado a funcionar estúpido !!! Sobra a pedra dura, mas não tanto como certos discursos !  (fotos no Alentejo hoje mesmo pela manhã ensolarada)

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Melting pot



Flores e mais flores, por aqui a natureza explode em pontos de cor que nos reconciliam com a terra, e nos afasta dos homens. Queremos esquecer, esquecemos. Queremos apenas guardar estas minúsculas recordações, guardamos. Queremos um jardim silvestre, em que tudo surge por iniciativa própria, sob um controlo que não sabemos donde vem, um "melting pot" de cor, temos, de borla, sem pagar imposto, por enquanto. Esperemos que Gaspar nos deixe desfrutar sem taxas, contribuições, impostos, portagens, cortes, poupanças, aquilo que afinal é nosso.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Alentejo




Umas fotos que dão origem a dois quadros cujo tema é a beleza dos  campos que se avistam por aqui. As fotos têm pouco contraste e nota-se demais a claridade do flash. São duas telas pintadas a óleo que testemunham os campos como se apresentam agora, a primeira fica no caminho para o Monte da Rocha, a segunda na estrada de Castro Verde  para Beja. É preciso muito talento e técnica para reproduzir ou reinventar a "simplicidade" destes campos. Por vezes questiono-me sobre a dose necessário e se a terei. Verdade que o caminho faz-se caminhando. Aqui fica.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Céu azul

Depois da tempestade este céu azul enche-nos de energia. Hoje de manhã pelos campos não há sinal de depressão, parece que estamos num local onde a vida flui sem sentimentos de angústia. O que se esconde por detrás desta paz, uma terra em revolta.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Água

Há hoje um sol no horizonte e um céu muito azul no Baixo Alentejo. Apesar dos traços da chuva na terra, e do frio que nos enregela os ossos voltei aos passeios matinais para queimar açucares que são demais. As fotos, de hoje de manhã, mostram o Alentejo a recuperar de um fim de semana triste. Agora a água está em todo o lado.

O verde é muito intenso, nem se pode dizer que existem vários tons de verde, não é uma só cor, que quase fere a vista tal a extensão, a força, e a densidade da sua cor. Um autentico relvado natural, de erva que foi semeada para forragem e que em breve vai rebentar de cõr.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Inverno no Alentejo

Numa manhã de domingo poderiamos estar refugiados num Centro Comercial, a ver montras, pessoas e guloseimas. Aqui não, vamos ver as flores, os charcos e apanhar o ar do campo que enche os pulmões de oxigénio. Uma outra atitude. Claro também por aqui há quem despreze esta natureza em fúria, para se enterrar naquilo que julga ser a civilização e um local adequado a uma classe média triunfante, mas agora em declínio, falo dos saldos do Centro Comercial da Guia, o farol da civilização mais próximo, isto é, a 80 quilómetros. Mas cada um escolhe o que lhe convém, estamos numa democracia, verdade ?
Ficam aqui algumas fotos da manhã por aí ..

sábado, 26 de janeiro de 2013

Alentejo à chuva

É reconhecida a beleza dos campos alentejanos, pelos quais mesmo um "lisboeta" inveterado como eu, rapidamente se apaixona. Em particular a Primavera é uma autêntica pintura viva. Mas enquanto ela não chega,  melhor olhar e "ver", pois o Inverno, a chuva, transformam o castanho profundo num verde que brota por todo o lado. A chuva deixa pequenos charcos, que reflectem a luz, mesmo onde ela parece que não existe. Fica por aqui um quadro que estou a fazer agora. Ainda precisa de uns retoques até estar concluído, mas como tributo a este fim de semana depressivo, aqui fica.

domingo, 20 de maio de 2012

Um domingo de primavera

Uma pintura do campo no Baixo Alentejo, em plena primavera. Apesar da falta de água as mais recentes chuvas acabaram ainda por permitir que o verde se instalasse e as flores brotassem nos campos, embora sem a dimensão dos anos anteriores. Fica aqui uma pintura que traduz um pouco dessa côr. Ainda não está terminado e talvez ainda introduza algumas modificações.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Vida no campo ...

Já que estou a tratar das pinturas mostro uma outra, um pouco mais antiga, terá talvez quinze dias, e onde surge um campo do Alentejo, mas no verão. Até aqui tenho sobretudo feito campos primaveris, quando se transformam em autênticas pinturas vivas. Aqui surgem os inevitáveis girassóis, que são com frequência produção agrícola aqui do Alentejo. Cá vai...

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Uma pintura recente

Tenho estado a ocupar tempo, cabeça e mãos nuns quadros que procuram mostrar uma paisagem alentejana um pouco menos naturalista. Não sei se resulta. Este o primeiro exemplo, mas tenho outros entre mãos e na cabeça. Talvez seja um pouco "decorativo", mas enfim, gostava de experimentar outras cores diferentes das que uso habitualmente. Aqui fica.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Um campo do Alentejo em Ourique

Mais um quadro que fiz acerca deste tema. Não me agrada totalmente, estive para o destruir, escapou, calhando vou alterar algumas coisas. Mais uma vez a paisagem é primaveril. Tem cerca de 2 meses de vida e é mais um acrílico. Fica aqui para atirar pedras à parede.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Dias de fim de semana

Aproveitei alguns dias e procurei concluir o que estava a pintar. Embora ainda por concluir fica aqui uma imagem do que estou a fazer. A foto não será a melhor mas reconheço que tirar fotografias não é o meu forte.

Pensei manter a temática anterior, já do ano passado, em que procurava mostrar os campos do Alentejo, como motivo principal. É também um desafio e uma aprendizagem, pois é neste estágio que estou. Por outro lado agora é algo que verdadeiramente me ocupa e não permite que a cabeça vá para onde não deve.

Um quadro, para um principante sem formação, é um permanente colocar de problemas para resolver, de soluções a encontrar, nem sempre as melhores, pois é aí que entra a técnica, coisa que a formação melhora muito. Neste momento estou por mim, e procuro resolver como sei as questões colocadas.

Apenas um contratempo. As dores de coluna não me deixam estar em paz, e a postura não ajuda.

Fica aqui uma amostra.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Um campo inacabado


Feito em Maio ou Junho deste ano, este quadro faz parte de um grupo que quis fazer, mostrando a maravilha dos campos alentejanos na primavera. Entretanto por razões de saúde tive de interromper, mas está quase pronto. Já aqui publiquei dois e este seria o terceiro.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Alentejo há poucos dias


Um quadro que faz parte de uma ideia que tive, a de registar os campos alentejanos. Pela primeira vez estou a tentar afastar-me da pintura de desenhos préviamente pensados com muito pormenor, o que dá outra liberdade, mas também outra dificuldade de concretização. Aqui as formas são dadas pela sobreposição das cores, procurando-se assim o efeito ondulado do terreno nas suas pequenas elevações, sem um desenho prévio. Terminei-o há pouco tempo e deu bastante prazer. Falta ainda muito para estar à vontade fora das margens rígidas de um desenho...

sábado, 5 de junho de 2010

Campos do Alentejo na Primavera


Já os campos não estão assim. O Verão vai chegando e as temperaturas chegam agora aos 33 graus. Há cerca de um mês era assim. Os campos eram uma pintura que nos deslumbrava com o colorido verde, amarelo, roxo, branco em grandes extenções a perder de vista. Decidi fazer vários quadros acerca deste tema, procurando reter as flores frescas para além da época... Também a técnica é baseada em pequenas pinceladas que se vão misturando e fazem um conjunto. Aqui um campo em Ourique, numa tarde de primavera, ainda com nuvens negras. Saiu assim, é o melhor que consegui...