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domingo, 26 de maio de 2013
Prole
Já tomam conta da casa, enquanto os pais procuram alimento. Felizmente não dependem de nenhum ministério, Estado ou instituição, se assim fosse já teriam sido objecto de "poupanças" (leia-se cortes...), e a sua sobrevivência posta em causa, e teriam abandonado o país, como todos os outros animais de dois pés têm feito. Não consegui apanhar os "rebentos" fora do "controlo parental", pois não quiseram posar para a foto. Este conjunto obtive na estrada Garvão Ourique de manhãzinha. Uma azáfama.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Verão
Ainda não chegou o Verão mas esta imagem, obtida há pouco num viaduto sobre a A2, em Aivados, é muito típica da estação mais quente. As forragens semeadas são cortadas e enfardadas em rolo para dar de comer aos animais, quando não há pasto para a bicharada. É isto uma das imagens de verão no Alentejo, já disponível em qualquer campo para ser desfrutada.
sábado, 4 de maio de 2013
Pedra
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Melting pot
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Alentejo
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Céu azul
Depois da tempestade este céu azul enche-nos de energia. Hoje de manhã pelos campos não há sinal de depressão, parece que estamos num local onde a vida flui sem sentimentos de angústia. O que se esconde por detrás desta paz, uma terra em revolta.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Água
Há hoje um sol no horizonte e um céu muito azul no Baixo Alentejo. Apesar dos traços da chuva na terra, e do frio que nos enregela os ossos voltei aos passeios matinais para queimar açucares que são demais. As fotos, de hoje de manhã, mostram o Alentejo a recuperar de um fim de semana triste. Agora a água está em todo o lado.
O verde é muito intenso, nem se pode dizer que existem vários tons de verde, não é uma só cor, que quase fere a vista tal a extensão, a força, e a densidade da sua cor. Um autentico relvado natural, de erva que foi semeada para forragem e que em breve vai rebentar de cõr.
domingo, 27 de janeiro de 2013
Inverno no Alentejo
Numa manhã de domingo poderiamos estar refugiados num Centro Comercial, a ver montras, pessoas e guloseimas. Aqui não, vamos ver as flores, os charcos e apanhar o ar do campo que enche os pulmões de oxigénio. Uma outra atitude. Claro também por aqui há quem despreze esta natureza em fúria, para se enterrar naquilo que julga ser a civilização e um local adequado a uma classe média triunfante, mas agora em declínio, falo dos saldos do Centro Comercial da Guia, o farol da civilização mais próximo, isto é, a 80 quilómetros. Mas cada um escolhe o que lhe convém, estamos numa democracia, verdade ?
Ficam aqui algumas fotos da manhã por aí ..
Ficam aqui algumas fotos da manhã por aí ..
sábado, 26 de janeiro de 2013
Alentejo à chuva
É reconhecida a beleza dos campos alentejanos, pelos quais mesmo um "lisboeta" inveterado como eu, rapidamente se apaixona. Em particular a Primavera é uma autêntica pintura viva. Mas enquanto ela não chega, melhor olhar e "ver", pois o Inverno, a chuva, transformam o castanho profundo num verde que brota por todo o lado. A chuva deixa pequenos charcos, que reflectem a luz, mesmo onde ela parece que não existe. Fica por aqui um quadro que estou a fazer agora. Ainda precisa de uns retoques até estar concluído, mas como tributo a este fim de semana depressivo, aqui fica.
domingo, 20 de maio de 2012
Um domingo de primavera
Uma pintura do campo no Baixo Alentejo, em plena primavera. Apesar da falta de água as mais recentes chuvas acabaram ainda por permitir que o verde se instalasse e as flores brotassem nos campos, embora sem a dimensão dos anos anteriores. Fica aqui uma pintura que traduz um pouco dessa côr. Ainda não está terminado e talvez ainda introduza algumas modificações.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Vida no campo ...
Já que estou a tratar das pinturas mostro uma outra, um pouco mais antiga, terá talvez quinze dias, e onde surge um campo do Alentejo, mas no verão. Até aqui tenho sobretudo feito campos primaveris, quando se transformam em autênticas pinturas vivas. Aqui surgem os inevitáveis girassóis, que são com frequência produção agrícola aqui do Alentejo. Cá vai...
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Uma pintura recente
Tenho estado a ocupar tempo, cabeça e mãos nuns quadros que procuram mostrar uma paisagem alentejana um pouco menos naturalista. Não sei se resulta. Este o primeiro exemplo, mas tenho outros entre mãos e na cabeça. Talvez seja um pouco "decorativo", mas enfim, gostava de experimentar outras cores diferentes das que uso habitualmente. Aqui fica.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Um campo do Alentejo em Ourique
Mais um quadro que fiz acerca deste tema. Não me agrada totalmente, estive para o destruir, escapou, calhando vou alterar algumas coisas. Mais uma vez a paisagem é primaveril. Tem cerca de 2 meses de vida e é mais um acrílico. Fica aqui para atirar pedras à parede.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Dias de fim de semana
Aproveitei alguns dias e procurei concluir o que estava a pintar. Embora ainda por concluir fica aqui uma imagem do que estou a fazer. A foto não será a melhor mas reconheço que tirar fotografias não é o meu forte.
Pensei manter a temática anterior, já do ano passado, em que procurava mostrar os campos do Alentejo, como motivo principal. É também um desafio e uma aprendizagem, pois é neste estágio que estou. Por outro lado agora é algo que verdadeiramente me ocupa e não permite que a cabeça vá para onde não deve.
Um quadro, para um principante sem formação, é um permanente colocar de problemas para resolver, de soluções a encontrar, nem sempre as melhores, pois é aí que entra a técnica, coisa que a formação melhora muito. Neste momento estou por mim, e procuro resolver como sei as questões colocadas.
Apenas um contratempo. As dores de coluna não me deixam estar em paz, e a postura não ajuda.
Fica aqui uma amostra.
Pensei manter a temática anterior, já do ano passado, em que procurava mostrar os campos do Alentejo, como motivo principal. É também um desafio e uma aprendizagem, pois é neste estágio que estou. Por outro lado agora é algo que verdadeiramente me ocupa e não permite que a cabeça vá para onde não deve.
Um quadro, para um principante sem formação, é um permanente colocar de problemas para resolver, de soluções a encontrar, nem sempre as melhores, pois é aí que entra a técnica, coisa que a formação melhora muito. Neste momento estou por mim, e procuro resolver como sei as questões colocadas.
Apenas um contratempo. As dores de coluna não me deixam estar em paz, e a postura não ajuda.
Fica aqui uma amostra.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Um campo inacabado
terça-feira, 8 de junho de 2010
Alentejo há poucos dias

Um quadro que faz parte de uma ideia que tive, a de registar os campos alentejanos. Pela primeira vez estou a tentar afastar-me da pintura de desenhos préviamente pensados com muito pormenor, o que dá outra liberdade, mas também outra dificuldade de concretização. Aqui as formas são dadas pela sobreposição das cores, procurando-se assim o efeito ondulado do terreno nas suas pequenas elevações, sem um desenho prévio. Terminei-o há pouco tempo e deu bastante prazer. Falta ainda muito para estar à vontade fora das margens rígidas de um desenho...
sábado, 5 de junho de 2010
Campos do Alentejo na Primavera

Já os campos não estão assim. O Verão vai chegando e as temperaturas chegam agora aos 33 graus. Há cerca de um mês era assim. Os campos eram uma pintura que nos deslumbrava com o colorido verde, amarelo, roxo, branco em grandes extenções a perder de vista. Decidi fazer vários quadros acerca deste tema, procurando reter as flores frescas para além da época... Também a técnica é baseada em pequenas pinceladas que se vão misturando e fazem um conjunto. Aqui um campo em Ourique, numa tarde de primavera, ainda com nuvens negras. Saiu assim, é o melhor que consegui...
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