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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Wave

No alto mar podem-se passar fenómenos estranhos, como "nascerem" grandes ondas que nos assusta só de pensar. Tentei imaginar como seria. Um pouco mas ou menos "em forma de assim".

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Muralha

A muralha e o rochedo ao longe contrapõem uma imagem de mar assustador. Tentei transmitir essa imagem indomável, mas pintar o mar não é para todos. Para mim é um exercício onde procuro aperfeiçoar a mão, ocupar a mente e auto-aprendizagem numa lógica de "tentativa e erro".

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Baixa mar

Estamos num sábado de inverno. As temperaturas previstas levam a gelar, ou a esfregar as mãos junto da lareira. Mas lá fora o mar estende-se na maré vazia e a espuma contrasta com o azul de um mar gélido do sudoeste alentejano. Sim é da Zambujeira que estou a falar, onde o mar e a costa alentejana se juntam numa harmonia só quebrada pelas ondas.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Onda

É uma imagem clássica e embora sem muita originalidade, continua a esmagar. A força do mar e de uma onda  comunica energia, desafia os equilibrios mais estáveis, e coloca-nos perante a nossa pequenez. É apenas água...  Tentei pintar essa imagem avassaladora a partir de uma foto muito corriqueira na net. Não sei se consegui, mas tentei ! O ponto branco na imagem é o flash quando a foto foi tirada, pois esta tela está emoldurada com  um acrílico que não é anti-reflexo...

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Mar

Prolongada ausência que hoje termina. Muitas vezes temos de parar para pensar um pouco. Parar para uma revisão. Parar apenas pelo simples acto de parar, fazer um intervalo, com a garantia de que esse intervalo é mesmo um intervalo, não é o fim de nada e pode ser o principio de muitas outras coisas. Nada como recomeçar com uma imagem da natureza mais selvagem, mais pura e mais imaginada, tão real, tão perto, mas tão distsnte. Pintar o mar é díficil. Nem mesmo sei se consigo, assim fui fazendo várias tentativas. Comecei há quatro anos, num bloco de telas que me foi oferecido quando estava apenas com a imagem da morte à minha frente, e o caminho era estreito, escuro, longo, guiado por uma luz muito ténue ao fundo. Depois deixei, mas entretanto a luz foi aumentando e acabei por passar por ela para o outro lado desse tunel. Agora retomei o tema, o "mar" quero eu dizer, e aqui está um deles. Quando parece que estou a regressar ao caminho das pedras, relembro o mar, que imagem mais forte do que esta para aquilo que é eterno !