Mostrar mensagens com a etiqueta Pessoas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pessoas. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Joana

Sempre teve este ar doce, tem onde o ir buscar. Sempre teve sardas desenhadas na cara, e uma mancha no lado direito do rosto, tem muito onde as ir buscar. Determinada e com sentido prático da vida, fascinada por uma boa aventura. A imagem de uma criança alegre, cooperante e afectuosa está sempre presente na minha cabeça. Nesta foto encontro bem presente a imagem que tenho dela. Na realidade um segundo filho tem sempre o "problema" do efeito novidade se atenuar e as recordações dos detalhes já estão menos presentes pois muitas coisas já se tornaram rotinas bem oleadas. Este o rosto que uma memória tem agora, para lá dos olhos que vemos, estão os olhos de sempre.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Inês


Deixo uma foto muito boa da minha filha Inês, parece que o tempo não passa por ela, quando passa por mim e de que maneira. É normal os pais questionarem-se, pois todos imaginamos aquele tempo em que com um só braço metido no meio das pernitas a metia na água tépida para lhe dar banho, ou aplicava o Halibut, após a mudança de fralda. E de repente estamos assim a olhar para a imagem viva da passagem do tempo.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

O que torna os sonhos possiveis

Naturalmente são as pessoas que tornam os sonhos possiveis. Já encontrei provas do que digo nos meus 62 anos de vida, passada por muitas escolas, empresas, instituições, hospitais, centros de saúde. E basicamente dois tipos de pessoas que represento nesta foto que abusivamente publico. Os utentes, ou seja quem utiliza os serviços e adere aos projectos que lhes são propostos, dando razão de ser,  e que aqui representa na figura da dona Rosário, e os funcionários, que aqui represento na figura da simpática Liliana. Até pode haver pouco dinheiro, instalações a precisarem de melhoria, mobiliário, equipamento em falta, mas se houver utilizadores interessados e funcionários dedicados tudo se acaba por se resolver, é o caso da associação Nossa Terra da Aldeia de Palheiros onde se faz um trabalho notável de dedicação, humildade e eficácia, para acompanhar, ocupar e ainda fazer aprender, a quem já tem uns anos na vida. Agora para ajudar vamos votar no projecto a que se candidataram na Fundação EDP, onde no passado já ganharam, no projecto "Todos queremos um bairro melhor". É entrar no site, registar-se e votar no projecto "Sempre Consigo" da Aldeia de Palheiros. Pode ajudar a concretizar o sonho de implantar um sistema de teleassistência para os idosos do concelho

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Bike

Esta a minha filha Inês agora a pedalar com regularidade. A bicicleta fui eu que ofereci, e estava parada desde o dia 16 de Setembro de 2006. E como me lembro desse dia, em que a pedalar nesta mesma bicicleta, que foi minha, tive um enfarte do miocárdio que me conduziu aquilo que sou hoje, muito pouco comparado com aquilo que era, mas muito muito, comparado com o que poderia ter sido após esse dia longo, dificil e cheio de dor. Felizmente agora alguém tira proveito desta bela máquina, uma Giant, em que ainda fiz muitos quilómetros, e que pensei que estivesse definitivamente perdida. Afinal renasceu, graças Inês e ao Filipe, como o seu antigo proprietário...

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Pessoas

Não gostando da auto promoção não resisto a publicar aqui a foto duma pessoa importante na minha vida, chamada "eu próprio". Como diria alguém " o maior projecto da minha vida sou eu próprio", mas publico porque este foto foi agora desenterrada das catacumbas onde se encontrava, e mostra a minha imagem quando tinha 22 anos, foi tirada em Setembro de 1973, ou seja tem um pouco mais de 40 anos, no decurso do meu Inter Rail, e encontrava-me em Lund na Suécia onde passei para visitar o meu amigo que na altura me acolheu por uns dias. Ía também ver o ambiente para um possível "salto", caso viesse a ser necessário, mas não foi, pois sem eu saber estavamos a sete meses do 25 de Abril e do fim da ditadura. Fica aqui a imagem tão sebento como verdadeiramente me encontrava, com uma gabardina surrada. Tomava um balde de café choco, como era o que havia naquelas terras nórdicas, e sem saudades de Portugal, excepto da bica. Mesmo no regime fascista a bica sempre foi incomparável... com a zurrapa que se vendia nas democracias nórdicas.