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domingo, 12 de setembro de 2010

Fotos da "vernissage"...


No final houve um "Lagoa de Honra" (versão algarvia do Porto de Honra) e um pequeno lanche.


O Dr Joaquim Cabrita, a Maria Augusta e a Drª Clara Andrade


Chegada do veredor da Cultura do Município de Lagoa Dr Joaquim Cabrita.


Umas palavras simpáticas pela DrªClara, a anfitriã, inauguraram a exposição.



A chegada de convidados o Brad, a Manuela, o Eduardo Luís e as minhas filhas Inês e Joana.

sábado, 3 de julho de 2010

Chaminé


Feita em 2008, esteve na Exposição, e agora refiz boa parte, sobretudo o fundo que agora é em espátula.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Com espátula...




Dentro da minha "colecção" de chaminés do Algarve, há uma, branca como todas, mas que foi feita apenas com espátula e tinta acrílica, na sequência de uma pequena sessão acerca desta técnica dada por um pintor de Portimão que apenas a utiliza nos seus trabalhos, Pires Costa, penso que seja o nome, em Janeiro de 2008. Tudo o que neste quadro se vê é feito com essa técnica, e foi o primeiro que fiz utilizando-a. Sei que é um tema vulgar, mas enfim... eu gosto, e isso é que importa.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Mais uma chaminé... uf


Aqui uma chaminé do Algarve, das primeiras que fiz, e das mais simples. A foto original foi obtida aqui mesmo nos arredores de Porches, numa zona rural. Contráriamente a muitas que estão em ruinas esta encontra-se em bom estado e não é daquelas que estão nas "potteries" à beira da Nacional 125. Agora está numa parede, como convém.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Fim de semana em Sitges


Sitges, que nome... não é nome de cerveja, marca de whisky ou outra mercadoria. Sitges é uma conhecida estância turística da Catalunha. Fica apenas a alguns quilómetros de Barcelona, e deve boa parte do seu renome ao turismo gay, mas também a outros turistas mais figurões. É o sueste, para o melhor e para o pior.

No ano passado um jovem casal, escolheu-a como destino de alguns dias de descontracção, e de lá trouxe algumas fotos de recordação, que quis tornar mais perenes entregando-as a um pintor de horas vagas, para reproduzir; o objecto era uma janela, catalã, com o sol de mediterrâneo a dar-lhe toda a sua claridade. Até um vidro partido aparece com nitidez, sendo este pormenor a verdadeira razão de ser desta pinturazinha. O resto é paisagem...

Concluída a encomenda, a dita janela esteve presente numa exposição lá para o sul do país, e foi agora entregue aos interessados. Ocupa um lugar numa parede alentejana, onde parece até ficar a contento daqueles. Já agora para concluir a volta à união ibérica, foi pintado em Tondela há cerca de um ano. Vejam só o resultado desta barafunda!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

A igreja de Santiago em Estômbar


Ía com frequência a Estômbar durante o processo de auto-avaliação do Agrupamento de Escolas. Processo que correu bem, com um grupo de professores/as empenhados/as e de grande simpatia. Numa dessas deslocações visitei a igreja, numa tarde de calor. Ruas vazias. A vila muito branca, a luz intensa e a claridade do Algarve a fechar os olhos para não ferir. Fotografei a igreja. Depois pintei-a, mas muito longe dali. Em Castro Daire, nas férias em Agosto de 2009, numa estadia no Hotel Montemuro, enquanto a Maria Augusta ía a banhos, na estação termal do Carvalhal. Manhãs frescas, na esplanada do Hotel, ou de tarde no jardim fronteiro. Terminei-a no final da primeira semana de Agosto, e esteve na exposição. Não está grande coisa e a foto, como sempre, introduziu-lhe muita deformação. Gosto dos detalhes deste igreja, talvez a mais bonita do concelho de Lagoa. O Santiago desculpa-me qualquer coisinha, estou certo.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Vamos ler o jornal ?


Este é o edifício da Biblioteca Municipal de Lagoa. Aqui decorreu a Exposição "Lagoa em 12 minutos" que tive a "lata" de apresentar ao público da cidade.

Ficam para outra altura considerações acerca da exposição, da lata, da qualidade ou falta dela do material exposto. Dizem que este edifício foi no passado um cemitério. E é verdade. Agora "repousam" aqui livros, jornais, DVD's, CD's, quadros expostos, computadores como este onde redijo agora esta mensagem. Há também, e sobretudo gente muito simpática, e sempre disposta a zelar pelo bem estar dos outros. A Clara, a Maria, a Graça, o Miguel, a Filomena, e outros cujo nome não sei, mas cujo sorriso me habituei a descobrir.

Desde os idosos que lêm o jornal todos os dias, às crianças da hora do conto, e da pucca, do noddy ou do geronimo sutton. Gente que procura leitura para preencher os dias, filmes para alimentar o imaginário ou jornais só para ocupar o dia longo dos reformados. Estrangeiros que têm aqui a ponta da linha que os liga às terras de origem.

Há mesmo quem entre para ir ao WC... qual o problema, é serviço público. E depois há os cromos...

Já se percebeu que me encontro dentro de edifício que retrato, e que nele tenho encontrado sempre bons momentos. Recordar o Clube de Leitura, é recordar 6 anos de boas memórias.

Há lugar para todos, e todos têm o seu lugar.

Ao amanhecer


Este prédio está abandonado e à venda. Já foi solar, residência de gente rica, loja de matériais para agricultura. Há alguns anos que entrou em declínio. È muito bonito e está em pleno centro da cidade. Um dia que me desloquei a Lagoa muito cedo, pelas 7 da manhã, tirei-lhe várias fotografias. Decidi pintá-lo, talvez devolver-lhe um pouco da vida que se vai expirando, para que se recorde antes do fim definitivo. Espera-se que alguém lhe dê um novo sopro. Está na Rua Mouzinho da Silveira, no cruzamento com a zona pedonal da cidade. Nessa manhã, muito cedo não havia ninguèm na rua, e o sol estava a nascer. A fachada do prédio está virada a nascente, mas a sombra de outros prédios ocupam a zona fronteira, antes que o sol suba mais no horizonte. Durante a Exposição alguém me disse que o marido, já sexagenário, teria nascido no pequeno anexo que se vê no lado esquerdo da imagem. Daqui a Faro são só 52 km, o Algarve é pequeno, o Sul é mesmo aqui ao lado.

domingo, 30 de maio de 2010

Chaminé algarvia com amendoeira


Fiz diversos quadros com o tema das chaminés algarvias, ex-libris da região. Neste, talvez o que me parece mais conseguido, uma chaminé rural contracena com amendoeiras em flor. Foi feito em Janeiro de 2009, na época alta das amendoeiras, e uma chaminé velha e rendilhada surge por detrás da amendoeira, representada de forma muito simplificada. Nesta altura do ano as amendoeiras têm flores, mas folhas, nem vê-las...

Alguns recantos de Lagoa







Estes três quadros mostram alguns aspectos da cidade de Lagoa (Algarve), o Convento de S.José, o Mercado Municipal, acabado de recuperar, e a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Luz. Mostrei ainda pessoas nas suas actividades, a descarregar o peixe, a varrer a rua ou a levar as crianças à escola, numa abordagem "naif". A ideia era mostrar a cidade e como se habita. As fotos destes quadros estão bastatnte más, como aliás de outras, dando uma imagem deformada. Já estão numa parede lá de casa. Hei-de voltar a fotografá-los.

Chaminé setecentista em Porches




Trata-se de um verdadeiro cartão de visita da vila de Porches. No meio da povoação uma pequena casa contém esta pérola. Uma chaminé com duas vistas diferentes; do lado poente, com o desenho de uma mulher de braços abertos sobre a imagem de uma roda de carroça. Do lado nascente a chaminé é maior e tem o desenho de uma roda de carroça maior. Estas rodas servem de respiradouro. Tirei as fotos e mãos à obra. Os quadros não me saíram bem. Acabei por destruí-los. Melhor inspiração virá. Aqui ficam para memória de um trabalho que não me agradou. A chaminé de Porches permanece do alto dos seus trezentos anos e resiste a tudo, mesmo aos aprendizes de artistas...

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Uma janela algarvia


Para a exposição de 12 de Setembro do ano passado foi-me pedido um quadro especial para colocar junto de umas escadas de acesso ao primeiro andar da Biblioteca de Lagoa. Tinha de ter mais de um metro de altura e o motivo teria de ser ver bem ao longe, para que as pessoas quando subissem ao primeiro andar pudessem ver bem o quadro exposto. Decidi retomar a série de janelas e agora tomar uma janela da cidade. Muitas vezes passei em frente desta janela, na Rua Mouzinho da Silveira em Lagoa. Sempre fechada, os cortinados interessantes, mas com sinais de abandono, sempre na mesma posição. As cores eram as do Algarve, e os frisos que a ladeavam (qual o nome?..) também característicos. Um dia fotografei-a várias vezes e daí nasceu este quadro feito em 4 ou 5 dias de intenso trabalho, pois era um compromisso. E compromisso é para respeitar. Vejam lá. É muito grande e agora está em casa, exposta, atrás da porta de casa.

Uma janela de Lisboa


Decidi pintar algumas janelas características de determinados locais. As janelas de Lisboa são bem conhecidas em todo o mundo, bem como os painéis de azulejos, muitos, infelizmente já bastante danificados. Escolhi uma foto retirada da internet (peço desculpa a quem roubei a ideia sem pedir licença...) e entre o Natal de 2008 e o início de 2009 pintei todos os seus detalhes. Sobretudo os azulejos mexem com a cabeça de quem os quer pintar, para se manter a simetria e a igualdade do padrão. A cortina foi muito elogiada, dado que foi um dos primeiros quadros que fiz e a ilusão da textura do pano cru pareceu conseguida. Aqui fica para quem quiser "desfrutar". Agora está em casa, encostado a uma estante...

terça-feira, 25 de maio de 2010

Uma janela em ruínas


Pois mais um quadro. este oferecido à nossa amiga Clara. Afinal ela acarinha os "artistas", mais ou menos dotados, e tem dado oportunidades através da Biblioteca Municipal de Lagoa, onde fiz a exposição em 12 de Setembro do ano passado. Este quadro é um pouco desalinhado, e apresenta uma janela velha e abandonada pela actividade dos homens, que dá para uma rua bem concorrida na cidade de Lagoa, e onde os olhos passam aos milhares sem reparar. Agarrou a minha atenção. Merecia melhor retratista... A Clara faz-me a gentileza de a ter na sala, e em lugar de destaque. Afinal a velha janela encontrou o seu porto de abrigo.

Senhora da Rocha


Continuando a contar histórias dos quadros. Esta Senhora da Rocha esteve exposta em Albufeira. Pelo Ano Novo alguém me telefonou a saber quanto custava. Atrapalhado e apanhado na curva, atirei o primeiro número de que me lembrei, cem euros. Ficámos de voltar a falar. Na ausência de resposta eu contactei e tentei outro negócio, uma vez que este local diz muito à pessoa que me telefonou. Uma troca. E assim foi. O disco do Rui Veloso ao vivo, e como simpatia foi anda oferecida uma excelente garrafa de vinho, cuja marca não me lembro, mas era de seis estrelas, se isso existe. Mas que grande negócio.

domingo, 23 de maio de 2010

Cantinho do caçador



Há uns dias fui fazer uma oferta. Já há algum tempo que estava para entregar o quadro pintado no ano passado chamado "Cantinho", que esteve na exposição da Biblioteca Municipal de Lagoa, e que fiz a partir de uma taberna em Lagoa chamada "O cantinho do caçador". Tinha algum receio da reacção. Assim "Pa qué quisto serve???" "Nem de borla"... O tasco tem ausência de tudo. O balcão é de contraplacado, nas 3 mesas os idosos jogam às cartas, matando o tempo. A um canto um recreio onda a dona deixa a criança, enquanto serve imperiais, que parecem ser o maior sucesso do local. A menina nem queria acreditar que alguém estava ali para oferecer algo, e as paredes agradeceram, tal o desconforto, onde apenas se dependura umas publicidades mal amanhadas. Agora está lá o meu quadro. A menina agredeceu com pouco à vontade. Já lá está pendurado para a posteridade.