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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Matriz
Passa a maior parte do ano de porta fechada. Poucos devem ser os que se possam gabar de a ter visto por dentro, mas pelo exterior é linda, e bem caracteristica do que o sul tem de bom, e das igrejas do sul, bem diferentes dos mamarrachos que são algumas das igrejas das aldeias do norte de Portugal. Hoje em que saí para aquecer as pernas, fazer voar o pensamento e desobstruir os neurónios, parei, vi e tirei-lhe o retrato quando espreitava por entre as sebes, do alto da sua provecta idade, pois data do sec XVIII. Uma bela idade que mostra quanto as raízes são profundas.
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Bloco de notas,
Sul e Sueste no seu melhor

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Geada no Baixo Alentejo esta manhã
Esta manhã "caiu" geada no BA como se pode documentar com as fotos que anexo. Fenómeno que não será raro mas dado as temperaturas baixas é normal amanhecer com os campos com este aspecto branco, um manto onde algumas vacas aproveitaram para tomar o seu pequeno almoço. No entanto se reparar-mos com mais detalhe veremos que esta geada é bem menos fria e gelada do que se possa pensar, e a foto foi tirada não de manhãzinha cedo mas sim a meio da tarde. É que esta "geada" não passa do efeito conjunto de pequenas flores brancas que já estão por todo o lado . Fazemos o zoom e obtemos a foto abaixo. Vá lá fomos ao engano...
domingo, 8 de abril de 2012
Páscoa florida
É quase impossível ficar indiferente. As estevas voltam a florir, embora talvez a particular secura do ano as tenha atrasado. Os campos do Baixo Alentejo, embora este ano secos, com as recentes chuvas, pouca, verdejam e mostram algumas flores. Mas as estevas rebentam em todas as barreiras e pintam de pontos brancos, como saquinhos de amêndoas, os campos de Ourique.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Em contra luz ...
A cegonha estava lá tomando conta da arrumação da sala, enquanto o companheiro/a levantou voo em busca de material de construção... pelo menos aqui não há bolha imobiliária, nem crise na construção. Entretanto a luz apareceu pela frente e o fotógrafo (que estava lá), disparou mesmo assim.
sábado, 26 de novembro de 2011
Troncos
No ciclo de renovação as árvores morrem mas outras renascem. Ontem de manhã aqui nos arredores de Ourique a Mª Augusta obteve estas imagens. Troncos destas árvores que nos inspiram.
Cegonhas e outros patrimónios que se cuidam a si mesmos
Já regressaram as cegonhas que começam a ocupar e a tratar dos ninhos que deixaram no início do Verão. Recomeça tudo de novo, a reparação dos ninhos, a limpeza dos galhos velhos, em breve põem ovos e nascem crias. Tudo isto se passa diante dos nossos olhos sem que nos custe nada, sem investimentos, aprovações, definição de responsabilidades ou alvarás. Só nos pedem para não interferir no ritual que se repete e que deixemos o mundo correr por si mesmo. Assim os campos, aqui em Ourique, começam a mostrar um dos seus melhores sinais, o da vitalidade da vida que se renova. Contráriamente a outras intervenções humanas, para esquecer, aqui o património cuida de si mesmo. Só pede que ninguém chateie.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Vila Galé Club de Campo
Fica aqui um local onde se pode passar uma manhã numa esplanada, ler um jornal, um livro, tomar alguma coisa, e regressar. No meio do Alentejo, em Albernoa (a 6 km), rodeado de vinhas, e o sol do sul, quando lá estiver, e agora até está para ficar. Outros voos se podem fazer como almoçar, caro para o que é oferecido, estadia, spa, etc. Mas para já tomar uma água ou um café, chega para usufruir de uma calma que enche a alma. Claro que a qualidade das instalações é ao nível do grupo Vila Galé de que faz parte. Ficam algumas fotos para abrir o apetite.
sábado, 16 de abril de 2011
Alentejo hoje de manhã
O Alentejo é terra de pormenores, passamos muitas vezes ao lado deles, sem os ver e os valorizar.
Nada se compara com a extenção de flores, que começam a irromper nos campos. Estas fotos que a Maria Augusta tirou hoje, mostram a extenção e o detalhe e variedade de flores que compõem os campos como enormes pinturas naturais.
Perante isto a alma enche-se de energia, o corpo esquece as suas maleitas, e fica-se bem.
Bem connosco e com a natureza renovada e ainda, por enquanto respeitada, do Alentejo.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Barragem
Hoje de manhã mais uma volta a pé no paredão da Barragem do Monte da Rocha. Aproveitamos para andar a pé, claro que para mim o trajecto é mais curto, e mais lento, mas o importante é andar, manter a mobilidade e encher o peito de ar, coisa que ali não falta. Hoje apesar de tudo, e de não estar frio, o sol não marcou a sua presença, teve falta de comparência. Mas estava agradável embora o vento entretanto começasse a estragar a festa.
A Barragem está cheia de água e de peixe, mas a Hídrica do Alentejo não deixa pescar, nem tomar banho nem utilizar embarcações. Tudo bem !!!! mas deixa o turismo selvagem de autocaravanas tomar conta de zonas que são de todos, com as respectivas consequências, e entretanto ao que parece está um parque de campismo de qualidade para abrir ali mesmo ao lado.
Mas isso agora não interessa. Deixo fotos do percurso, mas jamais o faço todo agora.... e o escoadouro da Barragem a mostrar que está cheia até à cota máxima. O espectáculo está ao nosso alcance para desfrutar. As pernas agradecem, a cabeça diz que sim.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Uma exposição
Hoje optei por falar de outra pessoa. A nossa amiga Clara Andrade, Bibliotecária de Lagoa (Algarve), discretíssima nos seus talentos, desde a escrita, poesia e pintura, pois tem neste momento uma exposição em Reguengos de Monsaraz, com direito a passagem de rodapé num dos noticiários da televisão (penso que terá sido na RTP, no "Portugal em directo").
Para quem, apenas há menos de um ano realizou uma primeira exposição em Silves, e penso que outra em Faro, e pinta e escreve seguramente há mais de uma década é toda uma forma de estar, para quem os bicos dos pés, não são ferramenta de trabalho.
São estas pessoas que não vivem da projecção, do marketing pessoal e da exuberância, que mostram que este país não é só feito de gente que promete o que não fez e se calhar nem pensa fazer. Tem um site na internet, que seguramente após muita insistência um familiar "ajudou" a fazer. E está a pintar cada vez melhor, e a escrever de forma muito inspirada. Vejam e leiam, não podemos ignorar...
O site pode ser visto aqui, ou entrem nos sites que visito, em Clara Andrade.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Caminhar junto ao mar em Armação de Pêra
Tem sido o meu programa das 8h00 até às 9h00 e caminhando, tanto quanto o coração aguenta, com a água mansinha a molhar os calcanhares nos muitos quilómetros de praia faz-se um programa extraordinário para o físico e para a mente. O sul é mesmo assim. Não coloco uma foto para não fazer inveja aos que têm de trabalhar no mesmo horário.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Simplicidade do Alentejo

Estas são as célebres "costas" que se fazem e vendem no Alentejo. Coisa entre o pão e o bolo, que se deve partir sem usar faca, e que se pode comer simples ou a acompanhar com queijo fresco ou seco. A arredondada é sem recheio, a mais comprida tem um recheio de doce de gila. Eu prefiro a segunda. Simples e delicioso. Compradas no Rosário.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Amanhecer no lago

Obtida hoje de manhã no lago da barragem da Senhora da Rocha, de que falei várias vezes, durante uma pequena caminhada. O lago parecia um espelho onde as margens se reflectiam, e a ilusão de paz fazia lembrar o saudoso Louis Armstrong a cantar "what a wonderful world". Infelizmente é só uma ilusão de óptica.
Natureza viva

Estes os elementos de muitas naturezas mortas, mas está viva e muito tentadora. Dizem que as melhores coisas da vida são grátis. Não é o caso destas coisas, mas são muito baratinhas.
Belo pão alentejano estaladiço à porta de casa comprado na carrinha do Miguel por um euro e dez cêntimos; um queijinho muito fresco, de cabra, do Monte da Chada, por um euro e dezanove cêntimos; um copinho de vinho, neste caso da Amareleja, por menos de vinte cêntimos. É do melhor !!!
A foto é da minha autoria, e tirada na cozinha, onde um cafézinho já estava a cheirar.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Jazz em Lagoa e o Sítio das Fontes
Como se deduz do post anterior estive este fim de semana num dos espectáculos do Jazz em Lagoa. Depois de no anterior comentário ter criticado a política de difusão do jazz, que não o festival em si mesmo, não ficaria bem que não fizesse aqui um apontamento do que considero uma excelente organização. Desde o momento em que se entra no parque de estacionamento até ao momento da saída, tudo cheira a uma organização impecável. Segurança para ajudar as pessoas e permitir que tudo corra bem, limpeza dos locais, incluindo WC's, locais arrumados, musica de fundo adequada, espaço a que chamam "lounge", junto ao rio Arade, impecável, restauração dentro do que se esperaria do local, anfiteatro um pouco desconfortável, mas enfim, puseram forro de cortiça para evitar o cimento (almofada recomenda-se), e já agora centenas de velas repelentes para evitar a melgaria... O espaço por si só é quase mágico, o Sítio das Fontes em Estômbar, com a iluminação à noite é um local "sagrado". Pessoal diligente e disponível, mesmo para parar uns jovens mais interessados em filmar com um iPhone do que em ouvir a música.
A boa música e o público faz o resto. E estes não faltaram. Pena não se ouvir jazz com mais frequência durante o resto do ano...
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Vista do terraço
segunda-feira, 14 de junho de 2010
O dia seguinte

Após este fim de semana prolongado, ou dois para alguns mais desejosos de praia, depois do regresso maciço de ontem, o "pessoal" regressou às Telheiras, Baixa da Banheira, Massamá, Amadora, Queluz, Brandoa, meter-se nas suas caixinhas e preparar mais uma semana de trabalho. Nós, os sulistas (nem elitistas, nem liberais) ficámos com os espaços para nós, com os lugares de estacionamento a escolher, os "pingo doce" sem filas, os passeios bons para caminhar sem nos atropelarem. Claro há os que não gostam, sem confusão não há comércio. Para mim prefiro assim, a foto é de hoje de manhã em Armação de Pêra, o sol reapareceu, pois andava assustado e o mar foi-nos devolvido. Graças a Deus.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Quem vê não esquece



Estas são algumas (poucas) fotos dos campos em Castro Verde tiradas à cerca de 15 dias numa volta para um grupo de quadros que estou a tentar fazer. Vemos o conjunto e o pormenor de que esse conjunto é feito, afinal são milhares de milhões de flores. O número é mais assustador que o do défice público. Perante tal espectáculo da natureza quem quer saber se o Sócrates mentiu ao Parlamento ?... estou a ser demagógico e politicamente incorrecto, mas é o sul no seu melhor.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Cegonhas


Estamos hoje no dia de Portugal, daí lembrar-me de uns bichinhos que não têm pátria, não sabem o que é o "dia da raça", nem são condecorados embora merecessem. Vejamos, são fiéis, coisa rara, ocupam pouco espaço, reutilizam materiais, os ninhos construídos de restos valem de uns anos para os outros, são amigos do ambiente, comem apenas o necessário, apresentam-se sempre bem vestidos, protegem e acompanham a educação dos filhos, preocupam-se com a procriação como nenhuns outros, têm um excelente sentido de orientação, viajam milhares de quilómetros quase sem combustível, vigiam como ninguém os campos, gostam de conviver uns com os outros, não fazem ruído, precisam apenas que não os incomodem. Ainda por cima permitem obter estas fotografias fantásticas. São as cegonhas, que nestes dias enchem de vida os campos do Alentejo.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Monte da Rocha


Situada no concelho de Ourique, a cerca de dez quilómetros da sede, caminho de Garvão ou de Panóias, conforme o destino, fica a barragem do Monte da Rocha. A extenção do lençol de água, o ar que se respira, o horizonte a perder de vista, os cerca de quatro quilómetros de paredão, ida e volta, local perfeito para uma caminhada, melhor que um tapete de "cardio-fitness" de qualquer ginásio na moda, compensa qualquer "coisinha" e vale a deslocação. É um verdadeiro pulmão para o corpo carente do oxigénio da vida, um bálsamo para os espiritos mais perturbados. Local muito procurado por caravanas, sobretudo estrangeiros, que ali fazem o campismo selvagem que nas suas terras não lhes é permitido. Enfim, a bonomia alentejana a funcionar em pleno...
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