quarta-feira, 31 de julho de 2013
Rio em entrevista
Frontal, sem papas na língua. politicamente pouco correcto, diz o que pensa e faz o que diz, não tem medo dos lobbies, mesmo dos mais poderosos, detestado pelo mundo da cultura, talvez com alguma razão, que não lhe perdoa o caso do Rivoli, em que um cancro para o contribuinte se tornou numa unidade rentável e com público, detestado pelos traficantes, a quem retirou os bairos sociais onde mandavam e realojou as pessoas, odiado pelo mundo do futebol, habituado a condicionar tudo e todos aos seus interesses, deu uma entrevista na RTP onde deixou claro "Meneses nunca", e desmascarou a gestão despesista do potencial candidato a potencial presidente do Municipio do Porto. Precisamos de gente assim, que coloca o interesse público acima de tudo.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Grupo que quer aprender (2)
Mais um trabalho do grupo que trabalha comigo para desenvolver aprendizagem na pintura. Trata-se de um primeiro trabalho em tela e dentro de um estilo simples eu gosto, está muito luminoso e o céu ficou particularmente bonito, recordando um céu muito habitual no Alentejo, tendo naturalmente melhorias, as quais vão ser possíveis, pois a autora tem muita vontade e dedicação e gosto pela pintura. E melhorar pode-se sempre.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Culturas
O Alentejo parece estar a mudar, sou quem menos sabe disso pois a minha ligação a estas terras é curta. Mas ainda hoje se podia ver uma reportagem em que se falava do "celeiro da nação" do antigamente, em que a secura tornava apenas possivel o cultivo dos cereais, que aparentemente se fazia com muito baixa produtividade para os niveis de produção europeus, e mostrava como hoje o Alqueva vai mudando as coisas, e mostrava produção de vegetais para exportar, no caso bróculos, e outros produtos agrícolas de grande consumo produzidos fora da época quando mais valorizados, o vinho, a pecuária. Também a cultura que se vê na foto, produção de energia por parques de painéis solares, já frequente por aqui, e que dá outra imagem nos campos.
domingo, 28 de julho de 2013
Francisco
Ninguém, crentes ou não crentes, em Cristo, pois os islâmicos nem devem ter ouvido falar, fica indiferente à grande manifestação em Copacabana. Nem às palavras de Francisco, aos jovens, mas também a toda a Comunidade de um mundo conturbado. O seu incentivo a não "ficarem na fila da História" e a serem actores da construção do seu futuro, o seu exemplo de simplicidade, humildade e abertura são um grande exemplo. Sabemos que nada se resolve com apelos, mas devemos recordar a enorme influência de João Paulo II na queda do Muro de Berlim e do Império Soviético, e pensar que a postura do Papa não é inóqua. Parece nada ter a ver, mas assitir a uma notícia da abertura da loja Cartier em Lisboa, com os produtos de luxo a preços galáticos, para vender a clientes brasileiros, angolanos, russos e chineses, onde sabemos que a pobreza ainda é esmagadora, mostra a actualidade da mensagem deste Papa. Se o mundo abrisse os ouvidos estariamos muito melhor.
sábado, 27 de julho de 2013
Jogos florais
A política está a ser feita nos meios comunicacionais como uns verdadeiros jogos florais, palavras jogadas ao vento, significados dúbios, palavreado que se diz hoje ao contrário do que se disse anteontem, uma total falta de senso. Dois lideres mediocres, PPC e Seguro, que no 25 de Abril teriam 8 ou 9 anos, indignados com a "união nacional" como frase ou como nome, e não como um conceito que decerto a maioria dos portugueses aplaude, não que tenhamos saudades da ditadura e dos seus titeres, mas que sabemos que as lógicas de poder pessoal destes jotas que nos guiam, só nos podem conduzir ao precipicio, eles sabem melhor que ninguém, o que revolta, e que a negociação e o compromisso em torno de actos concretos, mesmo os mais dificeis de realizar, aumentam a capacidade negocial do país e podem evitar males maiores. Não precisam de estar de acordo em tudo basta que falem...
Animação
O grupo coral fazia mais um aniversário e esteve presente entoando o seu cante, e animando o largo em frente ao mercado. Ficam imagens do Grupo Coral de Ourique e de um coral feminino.
Mais mercadores e outras mercadorias
Artesãos, vendedores ocasionais de verduras, queijos, bolos, enchidos, frutas, de tudo um pouco, ervas e chás, e até uma venda solidária. Tudo organizado e "funcionando" com calma... Uma boa ideia afinal.
No mercado
Hoje foi um novo dia de mercado, e aproveitei para uma manhã diferente, contactar com pessoas, mostrar trabalhos feitos, fazer alguma coisa ao vivo e aproveitar para algumas compras, louro, coentros, beldroegas entre outras coisas, como as popias da Dona Graça, que não sendo fatais, são inimigas dos diabetes apesar de pouco açucaradas. Houve também cante e alguma animação. O mercado nestes moldes, aberturas pontuais, apenas abriu três vezes, até pode funcionar, se as finanças não estragarem tudo, o que vai acontecer, só não sabemos quando.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Suspenso
O país está em suspenso, pois não sabe se houve email ou dossier, se a ministra Maria Luís disse tudo ou parte, se recebeu dossier em A4 ou em papel reciclado. E toda a "oposição" escolheu a oposição feita por fait-divers. Como dizia o outro "deixem-nos trabalhar", se não têm nada a propor calem-se por favor !!! já chega de ridículo ! O país tem mais que fazer e dispensamos uma ministra fragilizada, não a fragilizem mais.
Setenta
Mick Jagger faz setenta anos hoje mesmo. Continua em actividade, com o seus Rolling Stones, e com muitos milhões de fãs e discos vendidos. No grupo de fãs não me incluo de forma incondicional, embora reconheça a importância e reconheça que é preciso muito para tal longevidade. Aos 16 anos comprei o meus primeiros 3 discos, na altura eram EP's, e tinham 4 musicas cada, e entre eles comprei um dos Stones, com dois titulos ainda hoje famosos, "Let spend the night together" e "Ruby Tuesday" (ainda hoje para mim uma das melhores músicas dos Stones). Comprei ainda o LP "Beggars banquet", que continha "Sympathy for the devil", e um single "She's a rainbow". Em CD não tenho qualquer disco dos Stones entre os cerca de um milhar de CDs que tenho. Deve ser raro entre os da minha geração... mas na altura optei por ser "beatlómano" o que não sendo incompatível, não augura gostar dos Stones, era um pouco mais "aburguesado" e a música algo anárquica do grupo, talvez o verdadeiro R&B, não me enchia o coração de alegria. Mesmo assim grande Mick Jagger, que a tudo sobrevive como se nada se passasse, nem os anos, longa vida para ti grande "mother fucker"!!!
Subscrever:
Mensagens (Atom)



