quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Conversas
"Os portugueses estão fartos de conversa". Cito Tó Zé à saída do Parlamento. Cá está uma frase que se lhe aplica na perfeição, pois do Governo não vêm só conversas, infelizmente, mas muitas acções como sabemos duramente. Agora Seguro é perito em conversa fiada e ninguém sabe o que se propõe fazer quando for primeiro ministro, o que sucederá se continuar com a estratégia actual, isto é, não fazer nada !!!
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Poupar em 2013 (10)
Pois a venda de produtos próximo de final do prazo de validade em promoções tamém já cá chegou. Encontrei já em 2 supermercados, ambos ligados so grupo Auchan, mas não me parece mal, o problema pode surgir se as pessoas não forem devidamente alertadas, pois podem pensar tratar-se de um promoção normal. De resto já encontrei iogurtes com prazo para 5 ou 6 dias à venda a cerca de um terço do preço, idem para leite ou para cereais. Basta fazer as contas e ver se vale a pena, de resto não tem qualquer problema. Não falamos de produtos "fora" da validade, mas apenas próximo dele expirar. Eu próprio já aproveitei.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
83
É a idade que a minha mãe tem a partir de hoje, dia do seu aniversário. Conservada em mau feitio, embora com o sofrimento das maleitas (não fatais) que apresenta continua com uma dose de independência que lhe permite aquilo de que provavelmente eu não vou usufruir, fazer a sua vida, apenas com uma pequena ajuda. Digo que não vou usufruir porque os homens têm uma esperança de vida menor ( 78,7 contra 82,16 nas mulheres), depois porque sabendo que todos os dias morremos um pouco, eu penso que todos os dias morro bastante mais do que os outros mortais, devido às "particulares" circunstâncias, assim se chegar aos 70 já seria uma grande sorte... pois foi por pouco que não fiquei pelo caminho. No entanto ela é que se queixa.
domingo, 27 de outubro de 2013
Lou Reed (1942-2013)
Morreu hoje. Mais um dos músicos da minha geração que desaparece, mas reconheço não ser grande apreciador, nem ter acompanahdo a sua carreira musical. Nem a solo nem nem na versão Velvet Underground. O rock mais puro e duro não á a minha praia.
Gaiola Dourada
Fui ver o filme tão acarinhado pela comunicação social portuguesa, "A Gaiola Dourada", aqui mesmo em Ourique, numa sala de cinema absolutamente a abarrotar, até uma fila de cadeiras suplementar teve de ser posta. Não me lembro de ter assistido a nada assim ( desde os idos do 25 de Abril com o filme "A grande farra", no antigo Satélite, onde vi o filme sentado no chão do corredor tal a quantidade de gente), mas aqui a cena repetiu-se, não que fosse à borla, pois pagava-se 2,5 euros, razoável, o muito público era esmagadoramente feminino, idoso, familiar, e divertiu-se muito no cinema, para mim, habituado a salas vazias, e gente sisuda, foi uma verdadeira novidade. Ainda bem ! De resto o filme de Ruben Alves, é um filme francês acerca de portugueses, de emigrantes, que vivem o dilema de um regresso que afinal não querem, e não é querido por ninguém, pelo que é lisonjeiro para os portugueses. Não será uma comédia, embora essa seja a expectativa , ainda sorri em algumas cenas, mas parece-me um filme muito ligeiro e que trata a situação de foma muito caricatural. Feito para agradar, penso que é um trabalho decente, de sucesso garantido. para um público vastíssimo, pois não puxa pelas pessoas. Saliento ainda um excelente desempenho de Joaquim de Almeida e sobretudo de Rita Blanco ( de que sou incondicional, e aqui tem um desempenho notável, quase vale a pena ver o filme apenas para a ver). Quanto ao filme pouco mais a dizer.
sábado, 26 de outubro de 2013
Pardal
Costumo sacudir a toalha no terraço e colocar por lá umas migalhas de pão que atraem a passarada ao terraço, visita que aprecio. Hoje estava na sala de volta dos girassóis e ouvia ruido na cozinha, pois tinha deixado a porta para o terraço aberta. Fui ver e eis que um pardal voava às voltas na minha cozinha. Que bela visita, inesperada e alegre. Abri mais a porta e ele saiu sem problemas. Dizem que pode trazer boas notícias, mas quais ? Nestes dias as boas novas são muito raras, é preciso baixar muitos as expectativas para se ser surpreendido por boas noticias, daí a boa nova talvez seja apenas... um pardal.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Vedação
Quando estou deprimido, pessimista ou a pensar na desistência vejo este filme. Já vi várias vezes e ontem voltei a ver. "A vedação" de Philip Noyce. Quem nunca viu deve ver, apesar de já ter mais de 10 anos, e de não ter ganho qualquer Oscar, de titulo original "Rabbit-proof fence", isto é "cerca à prova de coelhos", relata a história verdadeira de 3 crianças mestiças, que nos anos 30 fugiram de um internato para mestiços retirados às mães, para defesa da pureza do sangue branco, e encetaram uma viagem de regresso a casa a pé de 2500 quilómetros sem perder a esperança, enfrentando tudo e todos, para atingirem o seu objectivo, o regresso a "casa". Um filme australiano de rara beleza e de uma intensidade que nunca nos deixa indiferentes acerca do poder da vontade.
Regresso aos girassóis
Após uns primeiros trabalhos neste tema regresso pois ainda faltam duas ou três telas. Aqui fica desde já uma primeira tela que procura ser decorativa num estilo um pouco "tosco" e "artesanal". Tem 1,20x40 pelo que é quase uma "tira" que vai contracenar com outra, e destina-se direitinho às paredes do Centro de Dia da Unidade de Cuidados Continuados de Garvão. Nada como uns dias de chuva para avançar com os trabalhos pendentes. Este está quase pronto e uma segunda já vai a caminho. Deu gozo fazer um trabalho assim sobre um tema que à partida não escolheria de moto próprio. É uma questão de disciplina. Aqui fica uma primeira vista.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
O país precisa de um seguro
Ontem o Tó Zé entrou em jogos florais e puxa do trocadilho. Depois de dizer que o resgate e o programa cautelar são a mesma coisa, sabendo bem que é mentira, como hoje explicou Teixeira dos Santos, e depois do dito programa ser comparado a um "seguro" por gente que sabe o que diz, o "futuro primeiro ministro" decidiu, para ajudar a baralhar mais os portugueses, dizer que o país precisa de um seguro (referia-se a si próprio, claro!!!), e passou da banalidade para a conversa de café, e mantendo-se agora nela. Disse hoje que PPC não tem perdão se esse programa avançar. Então e teremos de perdoar Sócrates que nos arrastou ao lamaçal ?
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Uma agitação
Sócrates não quer nada, candidatar-se a nada, depender do "favor" dos portugueses, insulta, esperneia, faz basófia, achincalha o "seu" ministro das finanças, pavoneia-se, mente, diz meias verdades. Coitado do Seguro, cada vez que Sócrates fala, deve estar cheio de medo em frente à TV, pois aquele não pára de o limitar de lhe causar dano. Pergunto-me, porque razão nós contribuintes pagamos para que Sócrates tenha meia hora em horário nobre para se justificar, auto elogiar e passear a sua vaidade ??? pois o que ele faz é tudo menos comentário político.
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