quinta-feira, 31 de julho de 2014
Exaustão
É aquilo que sinto em algumas horas do dia. Exaustão, após realizar algumas tarefas normais e sem grande importância, que me cansam, pois as sequelas seguem-se ora os olhos, depois a coluna, as pernas as mãos uma treta, claro que o estado de espirito acompanha, felizmente há a cama para onde me atirar, e recuperar alguma energia. Na realidade a sobrevida, ou seja a vida para além do prazo estipulado, não é uma dádiva dada de borla, exige esforço e tem de ser conquistada segundo a segundo pela superação do sofrimento, pois esta é a moeda de troca que me está a ser exigida. É o que tem de ser.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Pipas de massa
Mais 26 mil milhões que aí vêm até 2020. Segundo Durão é uma "pipa de massa" e é mesmo. Das ultimas vezes que fomos brindados com estas pipas de massa a coisa não correu nada bem, o dinheiro caiu em bolsos errados, a dimensão das comparticipações que nos obrigam levou-nos ao abismo, e a pôr dinheiro em obras que não seriam prioritárias. Esperemos que esta "intoxicacão" de euros não nos faça perder a cabeça, e que este dinheiro não vá para sítios errados como sucedeu no passado. Agora é que é de ir ao pote ...
Gaza
Temos sido inundados com imagens daquilo que já se conhece por "genocídio", em todo o mundo, no Face, e nos meios de comunicação social vemos todos os dias aterrorizados, imagens de guerra em que os mais fracos e pobres são esmagados por máquinas de guerra implacáveis. O Papa resumiu numa palavra de forma dramática, "Parem !!!", è inimaginável o que vai no coração de gente que destrói a única Central Elétrica de Gaza. hospitais, escolas e parques infantis, numa guerra estúpida. Mas porque não param ? As razões são as mesmas desde 1948, e renovam-se todos os anos e já lá vão 66 anos. Israel alega que tem de se defender. Verdade, nós não gostaríamos nada de sem aviso sermos alvejados por 14 000 rockets só nos ultimos anos. Ou gostavamos ? O Hamas esconde-se cobardemente atrás dos seus escudos humanos para prosseguir uma guerra sectária, e é rseponsável pela morte dos inocentes, numa lógica de quanto pior melhor, pois conta com o coração mole dos países ocidentais que manipula a seu belo prazer. A reconstrução periódica de Gaza é paga sempre pelos mesmos, os europeus, e o Hamas sabe disso. Por isso nem uns nem outros param. No meio as crianças, os idosos, as mulheres a servir de carne para canhão entre dois fundamentalismos, o islâmico assassino e cobarde, o judaico exterminador. Enquanto não se cortar o gás que alimenta esta fogueira nada feito. Ou seja nem apoiar uns nem outros, mas para isso é preciso começar logo por isolar e cortar o dinheiro ao Hamas, com que se arma para fazer estas brincadeiras, com desprezo pela sua própria população, e levar Israel a negociar, pois é um Estado soberano. Uma coisa é certa esta situação é uma verdadeira fábrica de terroristas.
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Cabeça e mão
Ocupa a cabeça e comanda a mão. A pintura no meu grupo da Aldeia de Palheiros, onde as senhoras se esmeram por seguir o "professor ( por mais que diga que não sou, insistem...), parece que satisfaz a vontade de expressão, de produzir bonito, de provar que a mão vai onde queremos se a cabeça não se conformar. Inspirado nos trabalhos do atelier da Stela, desta vez procuramos fazer um conjunto de flores esquecidas num copo. Não sairam mal os trabalhos, todos com o toque pessoal de cada artista.
Os enfermeiros estão a mais ?
Decorreu na passada semana em Coimbra a 10ª Conferência dos Centros Colaboradores da OMS em Enfermagem e entre os vários ecos para a comunicação saiu um número que indica que em muitas enfermarias do país temos 3 enfermeiros por turno para se ocupar de 25 doentes, o que dará cerca de 1 para 8 doentes, ao que se acrescenta um ou dois auxiliares. Será verdade ? Pela minha longa experiêmcia hospitalar acredito que sim, numa enfermaria normal. Será demais ? Não sei, mas se fizermos contas em 3 turnos, teremos 9 enfermeiros mais 6 auxiliares, para as tais 25 pessoas internadas. Se comparar com aquilo que a minha filha me conta do sistema inglês, público ou privado, por lá cada doente tem um enfermeiro a 100%, mais 1 ou 2 auxiliares para todos. fazendo as mesmas contas, como lá se trabalha em dois turnos de 12 horas, teremos 50 enfermeiros mais 4 auxiliares, para as mesmas 25 pessoas internadas, ou seja de 15 profissionais em Portugal passamos a 54 na Inglaterra para os mesmos 25 doentes. Pois é, já se percebeu porque é que os ingleses precisam tanto de enfermeiros, que em Portugal estão a mais, sorte a deles, pois o nosso serviço é "minimalista" e faz contas de mercearia, pois decerto que os ingleses também sabem fazer contas, e o que gastam em salários poupam nos custos das complicações associadas à falta de acompanhamento. E o doente agradece .
domingo, 27 de julho de 2014
Joana Espadinha
Ouvi ontem pela primeira vez na rádio (Hotel Babilónia) onde foi apresentar o seu primeiro trabalho chamado "Avesso", totalmente composto e escrito por ela. Mais uma artista formada no Hot Club excelente qualidade e formação musical apurada. Gostei e aqui partilho a canção "Ao seu dispor" que aborda a submissão feminina que conduz aquilo que sabemos, a violência doméstica. Acho que vale a pena ouvir.
TAP
Toda a gente já viu que a TAP está a atravessar dificuldades. Sempre atentos, e oportunos na defesa dos seus interesses de classe previligiada os pilotos decidiram dar uma "ajuda", marcaram uma greve !!! isto é à beira do abismo deram um passo em frente. Boa !!!
Férias
Aí está um conceito que perdeu para mim todo o sentido. Limites de espécie vária e uma actividade com tarefas que não dependem de ninguém senão de mim, levam a que esta palavra tenha perdido o sentido, a oportunidade, a actualidade e a lógica. Daí já não entender essas moles humanas que se deslocam em massa para locais diversos, em regra superlotados, cheios de banalidade, plenos de mau gosto, vulgaridade e exibicionismo. Os aviões que nos fazem esperar horas e dias para poucos dias de lazer, os carros onde se sua o calor previsivel, as deslocações que cansam, para mim são esforços insuportáveis, que não consigo ultrapassar mesmo que quisesse. Não que não tenha boas recordações de algumas férias, de algumas viagens, ou de alguns locais. Não que estar dois anos sem ver uma praia não cause alguma tristeza, mas isso é outra coisa. Agora previligio a rotina, valorizo a previsibilidade, prefiro o "deja vu". O esforço é menor, para quem tem pouca energia disponivel, esse é um parametro que está no topo das minhas decisões. Ocupo o tempo em coisas mais simples e irrelevantes (para muitos que não para mim...) Esta uma reflexão de domingo.
sábado, 26 de julho de 2014
Porquitos
Dentro da fauna da planicie alentejana o porquito é uma presença permanente, não será para mim a mais simpática, mas como se diz "é incontornável". Os meninos e meninas aceitaram o desafio e desenhando, pintando ou colando representaram o animal mais "saboroso" do universo alentejano. Ou não estivessemos na tal capital do porco alentejano. Cada um a sua capital. Eis como foi representado.
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Arrumação
Quem se quer meter com as "expressões plásticas" tem de conviver com a total desarrumação para se concentrar no essencial, pois os meus meninos e meninas não poderam ser excepção, aliás como já aqui referi essa é mesmo "a melhor parte", O manusear dos materiais é um prazer suplementar de que não os podemos privar, fazer e depois "estragar" também, quamtos artistas de verdadeira dimensão também trabalham nessa permanente dicotomia entre o fazer e o desfazer até encontar o equilibrio. Foto do ATL quando a miudagem estava ausente, pois aqui jamais coloco fotos dos mais pequenos.
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