terça-feira, 18 de novembro de 2014

Absense

Mais uma visita ao Hospital de S.Marta. Sexta estarei de volta... com um novo ânimo !

Ruralidade

Hoje na minha saida matinal decidi vistar a aldeia de Entradas, junto a  Castro Verde, e eis que dei com o Museu da Ruralidade. Já tinha ouvido falar dele na Antena 1, mas hoje visitei. Encontramos antigas ferramentas de trabalhar o campo, uma forja de ferreiro, uma exposição acerca de caldeiraria, miniaturas de ferramentas e uma espaço de muita qualidade dedicado a manter vivas as experiências de uma ruralidade vivida no Baixo Alentejo, pois a generalidade do material exposto nas suas diversas salas foi oferecido por gente da região até da própria aldeia. Existe ainda uma taberna, um centro de documentação e uma recepção onde somos bem recebidos e se podem fazer compras, entre outras coisas CD com gravações de cante dos grupos do concelho, e são muitos, aliás essa musica é a banda sonora da visita.  Existe ainda um nucleo em Almeirim, que não visitei hoje ma onde irei em breve. Vale bem a visita e mostra bem a boa relação que o Municipio de Castro Verde tem com a cultura. Gostei muito. Fica a foto do museu, se quiserem ver o interior é melhor lá ir...

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Novas telas

Hoje estive na Aldeia de Palheiros, como todas as segundas de manhã e iniciaram-se novos trabalhos, aliás alguns já vêm da semana passada. O entusiasmo permanece e as senhoras não se poupam a dar-me mimos, hoje foram espinafres, mas já recebi ovos, feijão verde, compotas, doce de tomate e de outras deliciosas frutas, o que eu interpreto como sinal de satisfação e de reconhecimento, sinais que aprecio particularmente, pois tudo isto é feito ou colhido com as suas próprias mãos. É um dar e receber constante que é uma lição. Obrigado.

domingo, 16 de novembro de 2014

Casével

Hoje de manhã passei por lá, a pequena aldeia de Casével, e parei o carro mesmo em frente da sede das Vozes da Planície. A aldeia estava quase deserta, o céu tinha nuvens grossas que pareciam prometer chuva. Fotografei de novo a Torre e a pequena capela mesmo ao lado. O silêncio estava por todo o lado e o cheiro a terra húmida lembrava bem onde se estava. Poderia ouvir o som das Vozes acompanhadas pela viola campaniça. Mas não, por isso os trouxe até aqui para que se possam ouvir, na sua simplicidade e sem pretensões que não seja dar continuidade a tradições de muitos anos e que não podem ser interrompidas. A poucos dias do anuncio do resultado da candidatura do cante alentejano a património da Humanidade, aqui ficam para ouvir.

Inverno

Com o aproximar do Inverno a humidade toma conta dos campos e o verde domina. Começam também as primeiras flores silvestres, e agora já estão um pouco por todo o lado, como estes minusculos malmequeres apanhados em flagrante hoje de manhã nos campos de Castro Verde. É a natureza a renovar o seu ciclo independente da vontade dos homens pois estes dela fazem parte. Não é bonito nem feio, lindo ou horrível, é o que é !

sábado, 15 de novembro de 2014

Espirito

Estou a ouvir o album relativo ao concerto de Rodrigo Leão comemorativo dos 40 anos do 25 de Abril. A única parte da comemoração que não criou polémica ! Cinco estrelas. Sendo um concerto sobretudo instrumental tem quatro faixas vocais com as vozes de Camané e Celina da Piedade. Excelentes interpretações. Tem um CD e um DVD.

Monda

"Mondadeiras do meu milho, mondai o meu milho bem, não olheis para o caminho, que a merenda já lá vem".
Uma pequena tela com imagem da monda. Não está grande coisa, há que melhorar.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Anéis ou dedos ?

Foi anunciada hoje a privatização de 66% da TAP. Não é novidade mas é triste. Depois da EDP, PT, REN, ANA, CTT; etc tudo acaba em mãos privadas e sabe-se lá prever as consequências de tais decisões, estas sim, irrevogáveis !  Vender anéis e ficar com os dedos é apenas uma figura de estilo, pois aqui não há anéis nem dedos, mas empresas cula venda pode comprometer o interesse nacional, a segurança do país independente e livre. É todo um programa que está agora a concluir-se e que deixa nas mãos do Estado tudo o  que dá prejuizo, e transfere para o privado o que é ou pode vir a ser lucrativo. Não gosto.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Natureza

Afinal ainda não estava morta... Decidi mudar o pano que estava mal conseguido.  Afinal não é mesmo o meu forte, mas com esta mudança talvez tenha melhorado um pouco. Um verdadeiro exercício de paciência. A quadricula pintado com milhares de pinceladas. Como se diz. quem não tem que fazer...

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Legionário

Não se fala de outra coisa que não seja o surto epidémico pela bactéria "legionela", e o país está em pânico, e a ignorância como sempre toma a vanguarda, por mais que gente mais sabedoura se esforce por esclarecer, a percentagem de asneiras por metro quadrado cresce, basta dar uma breve passagem pelas "antenas abertas", para perceber que o desconhecimento está em alta, e como sempre " a ignorância é atrevida". Agora não espero que atinja aqui o Alentejo profundo, pois se por acaso chegasse a mim teria morte certa, claro, o meu estado não está preparado par tal bicho tão agressivo. Fica o desabafo !