segunda-feira, 13 de abril de 2015
Telha
Também pode ser uma telha decorativa, entretanto parada e agora concluída com verniz acrilico e tudo o que merece. Já agora uma outra para lhe fazer companhia debaixo de telheiro e porque não com um moinho, um burro e o moleiro. Assim será. O "professor" tenta dar o apoio possivel, na foto estava bem disposto, claro !
Entusiasmo
Não é fácil mas o entusiasmo das alunas prossegue bem como a vontade de fazer melhor. Eu sei que muitas vezes a minha exigência contraria a vontade de dar o trabalho por acabado, mas não é perfecionismo mas vontade de que as pessoas possam dar o seu melhor. Só páro quando me parece que não podem melhorar mais. Daí por vezes alguma contrariedade para quem tem um pouco mais de "pressa".
sábado, 11 de abril de 2015
Regressar
Após mais uma ida a S.Marta para rotina, de novo de volto para mais uma crónica dos dias contados. A minha janela vira-se agora para o tema do momento, os candidatos a candidatos. Eles começam a despontar por todo o lado, num jogo de oportunidades, tentando a melhor forma de manifestarem a sua vontade, induzindo apoios, o tempo certo para o anúncio, e o posicionamento mais indicado. Sendo um cargo para o qual é preciso vontade individual, seria interessante que, sem qualquer manobra prévia os candidatos se candidatassem, ou não, sem esperas, sem demoras, sem procurar condicionar os partidos dos quais dizem não depender. Mas não. Nem todos fazem como Henrique Neto, que decidiu pela sua cabeça e avançou. Agora confesso a minha surpresa perante o interesse para um cargo que tem tão poucos poderes, ao que dizem, e é tão mal remunerado. Afinal os lugares na política não ficam por preencher coisa que parecia poder suceder, ou será ingenuidade minha ?
terça-feira, 7 de abril de 2015
Desconfiança
Parece que estou desconfiado de algo nesta foto. No entanto a dona Graciete está a lutar contra dois belos flamingos rosados. numa lingua de areia junto ao mar. O problema está no céu, que saiu do normal azulinho claro e está laranja, amarelo, avermelhado e até cinza. Uma grande mistura que requer um trabalho de harmonia ou de contraste, daí a desconfiança acerca do meu próprio resultado. Veremos o que sai. A atitude das pessoas essa não muda e crê no que faz, apesar das dúvidas e das hesitações. Aprender aprende-se fazendo, neste caso a pedagogia é activa e muito simples, e resume-se em "tentativa e erro".
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Segunda feira de aventuras
Á segunda há atelier de pintura e hoje não foi exceção. A dona Rosário vai aqui executando o que poderá vira a ser uma paisagem de magia, com queda de água ao fundo, mas não sabe o que a espera ainda, pois é algo de complexo e não se compadece com pressas, que ela não costuma ser apressada. As cores devem ser saboreadas lentamente procurando o resultado pela insistência, a paciência e a delicadeza, e tem aqui tudo para dar certo.
domingo, 5 de abril de 2015
Elvis com dama
Não podia vir só e sem quem o trouxesse. Assim deixou-se fotografar com a dama, a minha filha Inês. Começam a ser inseparáveis. A melhor vida é a de cão.
Elvis no Alentejo
Veio de visita ao Alentejo e esta foi o seu primeiro contacto com o mundo exterior, a terra, as plantas, o ar livre no terraço, onde ampliou muito a sua "biblioteca" de cheiros, exercitando as narinas. Aproveitou para posar para a fotografia.
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Campaniça
Pedro Mestre lançou o seu primeiro disco em nome próprio, "Campaniça do despique". Depois de anos a dedicar-se a dirigir corais alentejanos, a recuperar, tocar e construir violas campaniças, salvando este instrumento da extinção quase certa, fez parte do grupo "Quatro ao sul", e agora aparece num disco muito bom, para quem gosta da música do Alentejo, pois não sendo cante tem muito dele lá dentro, e ainda mais da viola campaniça, a viola de cordas de arame tipica do Baixo Alentejo. Ouvi e gosto e até recomendo, pois encontramos muitas músicas com muito sol lá dentro. Apenas um reparo, se me é permitido, a capa é de muito mau gosto, na minha opinião, acho que "não havia necessidade".
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Manoel do Oliveira (1908 - 2015)
Cá está noticia que ninguém gostava de dar. Aos 106 anos morre o velho cineasta. Amado por muitos, detestado por ainda mais, e ignorado por muitos mais. Vi no cinema pela primeira vez, no velho Estudio 444 próximo do Campo Pequeno, penso que em 1973. Para mim nada de especial. Depois acompanhei os seus filmes, e vi alguns em DVD, recordo um de que gostei bastante, "Vale Abrão" com a sua actriz de eleição, Leonor Silveira, e outros de que não gostei nada, a maioria. Lembro uma sessão absurda em que vimos o "Francisca", no Clube de Leitura, e acompanhar a projeção com o livro da Agustina na mão, sessão interminável, e dificil de suportar. Mas isso que interessa se estamos perante um homem genial em tudo o que fez e que levou longe o cinema português, abrindo caminhos desbravando montanhas.
S.Marcos
Uma vila do concelho de Castro Verde, onde o cante alentejano está muito vivo, é mesmo S.Marcos da Ataboeira. Visitei e deixou-me marca a pequena capela muito do sul, pela sua traça, pelo que decidi aproveitar os dois tema numa tela a óleo, quase naif. Ficou assim.
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