sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Futuro

Ontem comecei com mais um grupo de pintura em Garvão, na Associação Futuro. Para já temos seis pessoas, o que é um grupo já no limite pois muito mais pessoas impedem dar apoio. O interesse parece ser bom e a proposta de actividades nas aldeias e vilas do concelho dá alternativas às pessoas para pelo menos uma vez por semana romperem a rotina, e terem um convivio diferente do dia a dia. Preciso é mesmo começar, dar e receber, sim porque na realidade recebo muito destes grupos pois os meus conhecimentos são mesmo de um simples curioso por estas artes. Há algum tempo pareceria dificil que algo assim se concretizasse.

Concerto

Ontem foi concerto de Ano Novo cá na terra. Com a Orquestra Clássica do Sul, que já visitou Ourique algumas vezes, e desta vez bem melhor do que nas anteriores, a meu ver. O programa teve uma primeira parte mais "popular" com pequenos excertos de Mozart, Beethoven, Delibes, para arrancar mais palmas a um público de meia sala, metade dos quais estrangeiros, que descem lá dos  montes para ouvir musica. Na segunda parte duas suites do reportório romântico do grande compositor norueguês Grieg, Peer Gynt, que requerem um pouco mais de atenção pois é uma obra mais complexa, mas muito bonita. Uma boa prenda aos ouriquenses que raro acedem a esta grande musica, mas que aderem pouco, e sobretudo ainda não aprenderam quando é que se bate palmas e quando se mantém o silêncio, mas isso é só um detalhe.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Agá

O regime demencial comunista da Coreia do Norte diz que fez um teste com Bomba H. Não sabemos se sim se não. Mas o que conta para estes regimes é o que os outros pensam que possuem, pois a estratégia é de amedrontar para poder negociar "em posição de força" o seu prato de lentilhas. Sim porque estes são os verdadeiros tigres de papel, que possuam um manancial de armamento (ou pensa-se que têm) mas não conseguem alimentar a sua população, que sofre de fome e de miséria pior do que em muitos dos países capitalistas. Parece que se regressa dezenas de anos atrás e que estamos de novo na guerra fria. Poderemos dizer que não ligamos às tropelias destes ditos comunistas, pois para mim nem comunistas serão, mas com bombas na mão h+a que ter cuidado. O mundo começa 2016 muito mais perigoso,

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Portugueses

Estamos agora a ser bombardeados com uma campanha eleitoral, que ainda só é pré campanha. Portugueses devem estar a morrer de sono com estes candidatos, isto se lhes dessem alguma importância, que na sua maioria não dão. As conversas são triviais, previsiveis, nada de novidade tudo já muito requentado. Mas achamos natural, criticamos tudo mas achamos normal que alguns candidatos nos imponham o seu ego quando não têm nada para nos dizer. Nada a propor para um cargo ele próprio de discutivel notoriedade. Uma invenção de ambiguidade e de pouca eficácia. Mas os portugueses gostam destas ambiguidades, Acabam sempre por arranjar uma solução para se ficar bem com a consciência e com a barriga. Comparo muito com a situação da TAP, que agora está em espera. Já viram que os portugueses acham que a companhia deve ser do Estado e rasgam as vestes se tal não acontecer. Depois compram bilhete na Ryanair !!!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Amanhecer (Inverno)

Uma imagem de um amanhecer que parece prometer um dia em que o sol não se sabe se terá futuro no horizonte, Uma imagem daqui da planície em que nem tudo o que parece é. Para mim fprocurei uma imagem de inverno apesar de alguns tons castanhos ocre na parte baixa da imagem, aquela que nos está mais próxima. Foi um ensaio que fiz sobre papel em acrílico de formato A4. Gostei desta aprendizagem.

Retomar

Hoje retomamos trabalhos na Aldeia de Palheiros, infelizmente um acontecimento triste marcou o arranque com a sua marca, no entanto algumas das artistas mantiveram a presença apesar da tristeza. A morte de uma pessoa na aldeia marca toda a gente pois todas as pessoas têm uma ligação muito forte umas com as outras, para além dos laços familiares. É de facto muito diferente das cidades onde as pessoas desaparecem e nem se dá por elas. Existe uma proximidade tão diferente e uma solidariedade que nos toca. Bom, a vida continua e os trabalhos vão fazendo o seu caminho.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Belem

Filme do israelita Yuval Adler. de 2013. "Belem". relata aquilo que conhecemos do dia a dia dos povos acossados de Israel e da Palestina, relatos de uma violência figadal de um ódio que não tem limite, final ou razões para além do profundo desprezo pelo outro, o outro que está afinal  no mesmo lado. O argumento passa pela relação explosiva entre um agente das secretas israelitas e um informador palestiniano, e pelos acontecimentos numa das cidades mais violentas, a cidade de Jerusalém. A ilusão de criar uma relação pessoal de proximidade entre um policia e um jovem sentados sobre um barril de pólvora sempre pronto para explodir.

Aniversário

A fazer fé em informadores quase  fidedignos o amiguinho Elvis faz hoje um ano da sua vida de cão de sofá, sim porque cão ainda não tem cartão de cidadão. Dado o frio da época que o afecta em particular tirou como prenda de aniversário uma boa sesta junto do aquecedor, e espero que os donos não se esqueçam do "biscoito" de aniversário. A dona proporcionou a reportagem !

Verdes são os campos

Quem não se lembra da canção de José Afonso sobre poema de Luis de Camões, pois foi essa a sensação quando cruzei ali para os lados do IC1 juntos aos campos de Panóias e o verde era de uma intensidade que parecia só se ver cor a meter-se pelos nossos olhos, sem mais detalhes, pormenores ou outras caracteristicas que não côr. Um verde que a hunidade da manhã parece reforçar. Vinha de Lisboa pela cedinha e melhor recepção não se esperaria que o verde do Alentejo.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Primeiro

Primeiro dia do ano de 2016, a esperança de um nascer do sol tímido e cheios de dúvidas. Como o ano que vai nascer. Não nos trás certezas apenas muitas razões para pensar que as coisas podem não correr bem. As ilusões são muitas e muita gente acredita ou quer acreditar que as benesses se retiram de chapéus de ilusionistas. Na realidade vimos por amarga experiência que nada é assim, e que o futuro se constrói a partir do empenhamento pessoal, do trabalho e da capacidade para nos superarmos. O dia tornou-se escuro e cinzento após nascer duvidoso. Esperemos que o ano não lhe siga o exemplo.