Hoje a aula do atelier na Aldeia foi no Forum de Castro Verde para as "artistas" e outros que as acompanharam verem a exposição da Stela Barreto exposta até 15 de Janeiro. Francamento estava rexeosos xom a reacção pois a pintura não é nada convencional.mas as treações foram óptimas. Seguiram todos os quadros e pude-lhes explicar um pouco das técnicas da Stela, que conheço dos workshops, o que ajuda a perceber o que estão a ver e como é feito. As pessoas adoraram e ficaram agarradas a alguns quadros que lhes agradaram, as cabeças, as telas com casas, a princesas, uma maravilha, Em cerca de uma hora vimos tudo e tudo ficou bem percebido e a alma cheia. Gostei de ter tido esta ideia, que fez uma manhã diferente a cerca de vinte pessoas.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
A morte do camaleão
Morreu David Bowie, cantor, compositor, actor, multifigurinistas, transformista, e tudo o que se queira chamar. Referência de juventude para muitos dos meus amigos, reconheço que não para mim, sem retirar o impacto que causou para o mundo da musica, da moda, do design, pois era absolutamemte gráfico ! Tinha acabado de publicar Backstar, após dez anos de paragem, Agora percebemos melhor a urgência desta publicação. Para mim., não sendo um incondicional, guardo alguns momentos Bowie, como Space Odissey, quando ainda tinha menos de 20 anos, Let's Dance ou Absolutely Begineers, mas a imagem de Bowie que mais me marcou é de actor em Feliz Natal Mr Lawrence, servido por uma musica fabulosa de Ruychi Sakamoto e um interpretação de David Sylvian. RIP pois os camaleões também morrem, não se conseguem transformar eternamente.
domingo, 10 de janeiro de 2016
Rigor
Chegaram definitivamente os rigores do Inverno. A tempestade, as cheias, inundações, chuva, a casa cheira a mofo, e aquela parede começa a escurecer. O mesmo do costume, o tempo que acentua a depressão e que nos empurre para a parte de dentro do avesso. As pernas adormecem e os pés gelam como se estivessem imersas em água fria. A minha melhor companhia é mesmo a salamandra e o cobertor elétrico. Certo que o Alentejo é ameno e quando me telefonam de Lisboa ainda noto a diferença. Gosto do calor da casa e da gentileza do clima aqui no BA, enfim do mal o menos. começa hoje a campanha eleitoral para as Presidenciais, que promete ser indoor, melhor pois detesto as chamadas arruadas, uma mistificação inventada para aparecer nas televisões e mostrar o "apoio" popular dos candidatos, que se movimentam com as câmaras dentro de uma caixa de segurança com jovens das jotas aos berros. Não é bonito...
sábado, 9 de janeiro de 2016
O maestro sem batuta
Já ocorreu há alguns dias mas quero relembrar a morte de Pierre Boulez, um dos grandes maestros da história da música. Para quem gosta de música seria uma referencia da direção musical, tendo dirigido as maiores orquestras do mundo, e em particular dedicado atenção à música dita contemporânea, mas era também um grande maestro clássico. De origem francesa, esteve em Portugal diversas vezes, e foi codecorado por Jorge Sampaio. Sendo um homem arrojado, gravou uma obra com Frank Zappa, musico mais ligado à musica electrónica. Era conhecido por dirigir sem batuta, apenas com as mãos. Tinha 90 anos. Algumas das suas gravações são consideradas referenciais, nomeadamente algumas de Mahler.
Catavento
Neste final de semana abriu a caça ao Marcelo. E os dois candidatos mais credíveis da esquerda, repisam as acusações de sempre, e lá vem o catavento, o lélé da cuca, o hiperactivo, o intriguista, os factos políticos, o lúdico, o brincalhão, as vinte citações num sentido e as vinte ao contrário, o que não vem são ideias claras para o futuro, coisas que também não vêm de Marcelo, que tanto quer tornar a campanha num passeio que pode dar a ideia aos seus apoiantes que nem vale a pena votar. Penso que Marcelo pode trazer algo de lúdico para a política e fazê-la menos cinzenta, mas quando foi preciso também soube ser confiável. Tiro ao Marcelo é normal, mas não o vão abater como pensam. Depois se são tanto contra Marcelo, porque é que o inenarrável Padre Edgar e a menina Marisa (cuja imagem e simpatia quase me recolhia o voto) não desistem a favor do senhor ex-Reitor ?
Roupinha
Sábado de sol extraordinário, ora era algo que não se estava à espera, nem se previa. As coisa mais comezinha , simples e prática que se pode fazer com o sol é secar a roupinha. Aqui o rapaz do alto da sua autosuficiência aproveitou o dia "Carpe diem" como se diz num conhecido filme . O meu "carpe diem" não serve para inutilidades, tudo é útil, aproveitei para secar a roupinha, "para o rapaz andar contente".
Terapia
Tenho visto alguns episódios desta nova série da RTP. Geralmente afastado das ficções televisivas, senti curiosidade pelo modelo apresentado, original, bem feito com excelentes actores. Embora seja um descrente destas metodologias, até se precisar delas, claro, recordo que no Hospital de S.Marta a "psicoterapia" feita me ajudou a superar os momentos mais criticos, em que enfrentava a morte todos os dias. A série penso que é muito boa, episódios curtos, pouca palha, centrado apenas na consulta entre terapeuta e seu paciente. A interpretação é muito boa, e o argumento está bem adaptado à realidade portuguesa, apesar de ser um original julgo que israelita, na sua origem. Vale mesmo a pena ver apesar da hora tardia a que se transmite, Outra solução é ver os episódios todos de seguida ao sábado, duram apenas 30 minutos aproximadamente.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
Futuro
Ontem comecei com mais um grupo de pintura em Garvão, na Associação Futuro. Para já temos seis pessoas, o que é um grupo já no limite pois muito mais pessoas impedem dar apoio. O interesse parece ser bom e a proposta de actividades nas aldeias e vilas do concelho dá alternativas às pessoas para pelo menos uma vez por semana romperem a rotina, e terem um convivio diferente do dia a dia. Preciso é mesmo começar, dar e receber, sim porque na realidade recebo muito destes grupos pois os meus conhecimentos são mesmo de um simples curioso por estas artes. Há algum tempo pareceria dificil que algo assim se concretizasse.
Concerto
Ontem foi concerto de Ano Novo cá na terra. Com a Orquestra Clássica do Sul, que já visitou Ourique algumas vezes, e desta vez bem melhor do que nas anteriores, a meu ver. O programa teve uma primeira parte mais "popular" com pequenos excertos de Mozart, Beethoven, Delibes, para arrancar mais palmas a um público de meia sala, metade dos quais estrangeiros, que descem lá dos montes para ouvir musica. Na segunda parte duas suites do reportório romântico do grande compositor norueguês Grieg, Peer Gynt, que requerem um pouco mais de atenção pois é uma obra mais complexa, mas muito bonita. Uma boa prenda aos ouriquenses que raro acedem a esta grande musica, mas que aderem pouco, e sobretudo ainda não aprenderam quando é que se bate palmas e quando se mantém o silêncio, mas isso é só um detalhe.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Agá
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